quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Titulos Americanos

Somente atualizando.... ( clique aqui )


BRUXARIA !!!

Amanhã...

Acordo cedo...

...tomo um café gostoso com as crianças... uma leve pescoçada na Bloomberg, jornais matinais, e saio para o escritório...

MAS JÁ DEIXO AVISADO HOJE...

AMANHÃ NÃO TEM BARÔMETRO...

AMANHÃ NÃO TEM GRÁFICO...

AMANHÃ A CORRETORA NÃO VAI ATENDER A DEMANDA DE LIGAÇÕES...

AMANHÃ A SARDINHADA VAI FICAR NOS FORUNS METENDO O PAU NAS CORRETORAS...

AMANHÃ NÃO HAVERÁ CONEXÃO DISPONÍVEL COM QUALQUER HB...

AMANHÃ É DIA DE ESTREIA !!!

DÁ- LHE BMEF3 !!!

91 ações pra fazer a festa !!! hehehe fracionário !!!

AMANHÃ !!!

Abcs

Barômetro Financeiro




Bom dia...

Se os stops (gains ou loss) são acionados, zera, depois vai resolver o que fazer... parece que foi o que rolou ontem pelos mercados mundo afora...

O dia é de agenda carregada nos EUA, com dados de atividade econômica e do setor imobiliário. Mr Bernanke fala após o fechamento dos mercados ...

Agenda americana
11:30hs : PIB e Pedidos por Auxílio-Desemprego
13:00hs : Vendas de Casas Novas
Pessoal acompanhando a escalada nos preços do barril de petróleo, que sobem forte depois de explosão em um oleoduto no Canadá, interrompendo o transporte. Oil futuro cotado agora a 94,40 com alta expressiva de 3,78 %.
Contratos em aberto, tivemos os estrangeiros reduzindo a posição comprada em 2245 contratos... saldo atual de 63.600... no compto geral, reduziram vendas (net) em 7850 contratos ( stops comeram soltos) ...bem... aqui acendeu a LUZ VERMELHA... óbvio que trata-se apenas de mais um indicador que complementa o nosso complexo cenário... mas mais um "contraditório" ...
Por aqui, o Cade fechou um Termo de Compromissos de Cessação de Condutas com a Friboi, na última terça-feira (28), isentando a empresa da participação do cartel no setor frigorífico. Sobrou uma multinha para empresa e para os gestores...
O processo de bookbuilding da oferta de ações da BM&F , realizado ontem, fixou o preço em R$ 20,00 por ação e as reservas foram atendidas integralmente até o valor de R$5.000,00... sequer começaram a ser negociadas e já rola boato em Wall Street que após a abertura de capital, BM&F e a Bovespa deverão se unir.
Bons negócios !!!


quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Barômetro Financeiro

Bom dia...

E não é que um fundo árabe vai injetar US$ 7,5 bilhões no Citigroup, ajudando a reduzir as perdas com posições envolvendo o subprime ? A notícia serviu para reduzir momentaneamente o stress com o setor Bancario, retomando o mínimo de otimismo a Wall Street.

E pelos lados Orientais também não deveria ocorrer um reflexo positivo ? Pois é... Ouro, Prata, Niquel, Cobre, Petróleo... em franca queda... e o temor pelo desaquecimento americano...

E a doleta ontem... quem teve a oportunidade de acompanhar no intradiario, pode perceber a "correria" para recompra de posições quando abriu em gap... depois durante o dia foi se ajustando (quem acompanhou nossas msgs sobre o ativo pode constatar que a região seria de resistência...). Cabe a lembrança da formação da PTAX do mês na Sexta feira, bem como, o vencimento dos contratos futuros de Dolar na 2ª, o que deve apimentar aina mais a volatilidade.


Para os apaixonados por indices americanos, teremos Bens duráveis (11:30hs) , venda de imóveis usados (13:00hs) e o grand finale, o Livro Bege às 17:00hs.


No Risco Brasil, após atingirmos a 2ª resistência em 254 bps >( clique aqui ) , conseguimos abaixar a poeira e retomar os patamares de 241 bps.


No mais, por aqui teremos:

ex juros FHER (Fer Heringer); pag juros/divBanco do Brasil e pag div Grendene.


E os contratos em aberto do Indice futuro não tiveram oscilação dos estrangeiros na fotografia, porém, repito, porém... VENDERAM CONTRATOS DE COMPRA novamente retomando o patamar de 65.800...


Gentem... isso não está para brincadeiras... mercado volátil a extremo, com osciladores, rastreadores, indicadores CONFLITANTES... mas que o gráfico diario fez um candle de indecisão sobre o último TH e o fechamento dos negócios foi exatamente na região da perda do suporte antigo... ficou uma pintura...


Bom ... vamu trabaiá que alguém precisa pagar as contas !
Bons negócios !


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Ibovespa Diario


Essa é para meu grande amigo Mengozzi !!!


Grande abraço pra tí !




Barômetro Financeiro

Buenas...



Impressão que o leite está fervendo... quase em ebulição...um mero descuido e começa a escorrer pela leiteira...


O mercado asiatico abriu muito feio, com esboço de reversão após a noticia do aporte de US$7,5 bilhões do Governo de Abu Dabhi no Citigroup.



Na Europa, novas aberturas em queda, corroborando com a situação pessimista vivenciada pelos mercados internacionais...


Agenda carregada hoje nos EUA:

S&P/Case-Shiller US House Price Index
Consumer Confidence
Richmond Fed Manufact. Index

Por aqui, a doleta atingiu as primeiras expectativas ( clique aqui ) e fechou cotada a 1,824.



ex dividendos CRDE (cr2)
ex juros/dividendos ITAUSA
ex juros Banco ITAU

Futuros do Petróleo em queda de 1,41 % = US$ 96,32

Pressão vendedora, que pode forçar a queda nos juros americanos em até 0,50% !

Nos contratos em aberto, estrangeiros venderam mais 3339 contratos, com um net vendido superior a 41.600 contratos ( sem reduzir a posição comprada que perambula pelos 70.600 contratos ).


Apesar do Indice futuro no intradiario ter rompido pivot de queda, furado a expansão de 100% estamos atentos para um pull back ... ali será crucial... senão o próximo ponto de meditação somente nos 56,8 mil pontos... (162% da expansão da alta desde o fundo "mais baixo").

Bons negócios !






Derivativos Hipotecarios

Vale novamente a leitura

Esta foi uma msg de Setembro....

Algumas informações que consegui reunir, que espero, possam elucidar algumas dúvidas sobre a alavancagem sobre os créditos imobiliarios...olha ... seriam os pacotes de crédito conhecidos como Collateralised Debt Obligation (CDOs).

Nesses emanharados contábeis ( sim... lá também tem isso !) é criado uma empresa de "propósito específico" para adquirir vários empréstimos ou bônus e passar a emitir títulos vinculados a esses créditos.

Em 2006, foram emitidos nada mais do que US$ 489 bi em papéis de CDOs (dados do Banco para Compensações Internacionais - BIS).

Existe ainda estruturas de CDOs um pouco mais complexas: * as montadas não com crédito efetivo, mas com derivativos de crédito. São os chamados CDOs sintéticos.* Há CDOs ao quadrado - os CDOs que investem em CDOs* Ouvir falar em CDOs ao cubo, que investem em CDOs que já investiram em CDOs?Em 2006, foram lançados US$ 450 bi em títulos de CDOs sintéticos, segundo informa o BIS.Nesses CDOs, o crédito de maior risco é o chamado de Equity, o de risco médio, de Júnior, e o de menor risco, de Sênior.

No meio do Júnior e o Equity, há o mezzanino.Como possuem fatias de crédito de baixo risco (pulverizados), os CDOs conseguem emitir papéis com a melhor classificação de risco de crédito: "AAA".É claro que as hipotecas de maior risco estão na categoria Equity dos CDOs.

Foi a aquisição desses títulos Equity que levou a Bears Stearns a levar dois de seus fundos de hegde virarem água e a ter a sua nota de crédito rebaixada...

Por enquanto, acho que só essa categoria foi afetada. Mas, à medida que o tempo passa, o desemprego aumenta nos Estados Unidos, mais tomadores de empréstimos no mercado hipotecário americano ficam inadimplentes, com impactos que ainda poderão ser sentidos no futuro não muito distante.

Não é à toa que o dado sobre o desemprego americano divulgado semana passada trouxe tantas tensões ao mercado internacional.

Os juros das hipotecas são ajustados em épocas determinadas (semestral/anualmente), ampliando mais a inadimplência potencial ainda não contabilizada.Portanto, se a inadimplência crescer mais, as perdas na parcela equity dos CDOs poderão contagiar as demais, afetando todo o ciclo.

O perigo é um rebaixamento nas notas de risco de crédito dos CDOs (a Moody's parece que já cogitou) o que deveria forçar os fundos mais conservadores, que compram papéis "AAA", a também acabarem tendo de contabilizar fortes perdas.

Espero poder ter ajudado !e em breve... cenas dos próximos capitulos...

Um abraço

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Djia Semanal



LOG com expansões de alta cumpridas, dado o fundo mais baixo... Indicador de força relativa sinalizando região de apetite para compras, possívelmente uma formação de reversão positiva...



Conforme venho comentando, a semaninha será decisiva !


No gráfico abaixo, o estudo intradiario "60 min- LOG" atualizado até sexta feira ...


Barômetro Financeiro

Bom dia a todos...


Passada a semana xoxa, cujos volumes por aqui não foram nada animadores, temos pela frente uma semaninha decisiva ... Prévia do Pib Americano, Venda de imóveis (novos e usados), Livro Bege (4ª) Discurso do Tio Bernanke (5ª), Petróleo zombando dos US$ 100,00, Reunião da OPEP 05/12, o tal do subprime, boataria na Europa de um fundo Chines fazendo uma suposta oferta a Rio Tinto... ufaaaa......


... e não é que o receio na queda das vendas após o Dia do Perú não ocorreu ? Parece que o destaque ficou para eletroeletronicos, com TV's de LCD's e Plasma batendo o recorde de vendas...


Por aqui... temos oscilações ínfimas nos contratos em aberto, com destaque apenas para o posicionamento COMPRADO das pessoas físicas... e os gringos permanecem ainda com mais de 70000 contratos comprados... e já estou ouvindo pessoas dizendo que temos suporte nos 65 mil... rsss....


Uma boa semana ....


Atchimmmmmmm... gripe maledeta !!!


Saúde ! a todos !



sábado, 24 de novembro de 2007

Parabéns!!!!


^v^

Dolar Comercial

No gráfico Semanal - LOG exposto no link (clique aqui), podemos ter uma visão "aflorestada" da situação de Longo prazo...

Logo abaixo, o gráfico diario, onde, os noticiarios financeiros justificaram o repique "pós-feriado", por conta de remessas de Lucro e Dividendos de final de ano (cíclicas).

Graficamente uma formação de um pivot de alta, com projeção inicial nos 1,8075; 1,832 e posteriormente a resistencia dada pela região "AMARELA".

Um Bom final de semana a todos !




Leitura de Final de Semana...

Uma "pérola" que recebi já no final do ano passado, e de tempos em tempos gosto de reler e acompanhar o caminhar das coisas...

Quase Dezembro de 2007... e ... não é que ontem novamente me deparei com o texto ?

(Clique aqui) para visualizar o grafico postado em Agosto último, e ao final da excelente reportagem, a fotografia atualizada !

Dois Dojis Semanais que podem sinalizar exaustão... ou não !!!
Espero que apreciem...


Publicado na Revista Capital Aberto – Junho/06


Notícias de 2010 – A nova realidade dos fundos de investimentos

“Estamos em Junho de 2010, véspera de mais uma eleição presidencial. Apesar da luta política novamente acirrada, a economia, como em 2006, não deverá sofrer grandes impactos. Quem diria que, oito anos após fase mais difícil da história da indústria de fundos, estaríamos não mais naquela tosca discussão de como marcar a mercado uma LFT e sim no saudável debate sobre o lançamento de produtos cada vez mais sofisticados.

O volume administrado em fundos dobrou nos últimos quatro anos, chegando agora em 2010 a R$ 1,6 trilhão, com profunda transformação de perfil das carteiras. Apesar do juro real não ter atingido ainda níveis de “países grau de investimento” (condição já conquistada pelo Brasil nas agências de rating desde 2009), o patamar médio de 7% anuais já ampliou consideravelmente o apetite por risco do nosso investidor. O conjunto de fundos de curto prazo, DI e renda fixa, que em 2006 representava 65% do total, hoje não passa de 30%. Os multimercados ampliaram sua fatia de 20% para 40%, enquanto os fundos de ações mais que duplicaram a participação, de 7% para 15%. Os fundos de previdência também experimentaram forte crescimento. Outra mudança marcante foi no segmento de renda fixa nos portfólios, onde há quatro anos atrás 15% do lastro dos produtos era composto por títulos privados, com o restante ficando em papéis públicos. Hoje, a participação da parcela privada já chega a 35%.

A mudança do perfil do investidor provocou verdadeira revolução na indústria. Profissionais, desde CEOs a analistas, passando por gestores e officers comerciais, tiveram que se reinventar, provocando intensa “dança de cadeiras” nas instituições. Os bancos de varejo têm investido intensivamente no treinamento de gerentes de agências. O trabalho envolve não somente aspectos técnicos, mas também a habilidade de lidar com a insatisfação do cliente em relação à volatilidade e perdas nas cotas e para vencer as resistências naturais a mudanças. A maior sofisticação também fez com que a alta concentração de volumes fosse reduzida. Em 2006, as dez maiores empresas de asset eram responsáveis por 75% do total administrado. Em 2010, esta proporção já caiu para 50%, com aumento importante de participação de gestoras menores e/ou independentes, que ainda vem ganhando espaço com maior agilidade, tanto em gestão como na criação de produtos.


A adaptação à nova realidade tem sido difícil, já que a indústria foi construída a partir de parâmetros muito diferentes. As taxas de administração, sobretudo no varejo, tiveram que ser reduzidas, para manter a competitividade dos produtos vis-à-vis outras opções existentes. Bons tempos em que era possível cobrar taxas de administração de 4% a.a., com a economia trabalhando com juros nominais de 20% a.a.; agora, com a taxa SELIC em 11%, todos os custos fixos (inclusive taxa de administração) tiveram que baixar para garantir atratividade de retorno. Com o aumento do número de produtos de gestão ativa, a cobrança de taxa de performance se tornou comum e relevante na receita total das empresas de asset. O negócio de fundos de investimento no Brasil caminha para as características encontradas em países desenvolvidos: margens menores, volumes crescentes e ganho progressivo de importância da remuneração variável do gestor (performance) em relação às taxas fixas (administração).

Em termos de gestão, a situação de 2010 também difere bastante da observada em 2006. Por exemplo, em fundos multimercados, 80% dos resultados vinham de operações de câmbio e renda fixa, ficando a renda variável, dívida externa e mercados internacionais em segundo plano. Além disto, 95% dos lucros ou prejuízos eram gerados em posicionamentos direcionais, ou seja, em apostas de alta/queda de ativos. Os gestores, na média, sentiam maior dificuldade em ganhar dinheiro em mercados voláteis e sem direção clara. Hoje, as operações com ações e ativos internacionais (bolsa, moedas, títulos, etc...) dobraram de importância na explicação do desempenho dos fundos. Com isto, as áreas de risco, além de ganharem relevância crescente no processo de gestão de produtos mais sofisticados, tiveram que adaptar os seus modelos estatísticos para o novo perfil do mercado.

Nos chamados fundos “macro” – que fazem posições a partir da análise econômica – os gestores em 2010 tem a mesma facilidade de assumir tanto posições pessimistas (comprando dólar e vendendo bolsa, por exemplo) como no viés otimista (o que não ocorria em 2006, gerando na época alta correlação de performance entre os diversos produtos da categoria). Como a volatilidade média dos mercados caiu, apostas adirecionais ganharam espaço significativo nas carteiras (sobretudo operações com ações e moedas). Como conseqüência, a demanda por fundos long short, dentro da classe multimercados, subiu exponencialmente.

Os tradicionais operadores de DI e câmbio têm sido impelidos a “mudar os seus conceitos”. O primeiro foi obrigado a aprofundar o conhecimento no mercado de títulos privados (crescimento do crédito), além de estudar e negociar ativos em curvas de juros das principais economias desenvolvidas. O outro começa a ter que operar não só o Real, mas também com volumes crescentes em moedas de países emergentes e do primeiro mundo. Neste contexto, o profissional de perfil “globalizado” vem conquistando grande valor de mercado, tal qual os especialistas em renda variável. O curioso é que os analistas de ações, que tradicionalmente eram reconhecidos e premiados pelas recomendações de compra de papéis, estão também agora sendo muito bem remunerados pelas boas indicações de venda.

O número de aberturas de capital na bolsa e de ofertas primárias de ações mudou de patamar, atingindo a média de quase duas por semana. A Bovespa ganha importância como instituição, com o volume diário negociado em bolsa saltando de R$ 2,5 para R$ 4 bilhões . O maior número de empresas abertas (salto de 350 para 500 entre 2006/10) e a valorização dos papéis fez com que a relação Valor de mercado das ações / PIB brasileiro fosse incrementado de 65% para 80%. Este novo patamar se aproxima do nível asiático, demonstrando o aumento de importância do mercado de capitais. A diversificação de setores na bolsa se ampliou continuamente, com o crescimento concomitante do mercado de aluguel de ações. O Bovespa tem criado novos índices, sobretudo no âmbito setorial. Na BM&F, o volume negociado também cresce rapidamente, com a progressiva criação de produtos mais sofisticados, sobretudo na área de commodities e derivativos de ativos negociados no mercado internacional.

Os fundos de ações finalmente começam a ganhar relevância na vida do cidadão comum de classe média em diante. Nasce timidamente a “cultura” de renda variável, que muitos julgavam que demoraria “gerações para substituir um suposto viés claramente de renda fixa do brasileiro”. O investidor brasileiro começa a trilhar o caminho dos espanhóis, portugueses e gregos que, quando assistiram às taxas de juros reais em seus países convergirem para padrões europeus, rapidamente elevaram a fatia de ações em seus portfólios. Na verdade, o maior apelo para um rápido “aculturamento” surge do bolso. Um catalisador importante ocorreu quando os extratos mensais de fundos DI começaram a estampar rentabilidades nominais abaixo de 1% mensais. Ainda me lembro de alguns familiares exclamando surpresa: “Só isso? Deve estar errado!”. É inquestionável que 1% a.m. ainda era um alto patamar, mas quem estava mal acostumado começou a estranhar...”

Sonho, excesso de otimismo? O Brasil começa a cristalizar o relevante potencial de crescimento de mercado de capitais. Basta ligarmos os nossos “controles anti-bobagem” na política econômica para chegarmos próximos a esta taxa real de juros – algo em torno de 7% ao ano - mesmo antes da aprovação das famosas reformas estruturais. Afinal, 2010 nos aguarda ansiosamente.


Alexandre Póvoa
Diretor do Modal Asset Management
Autor do Livro “Valuation, como Precificar Ações” – Editora Globo
Telefones de Contato: (21) 3223 7860

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Curiosidades...


Compare abaixo os principais fatos e números das duas maiores bolsas do país : Bovespa e BM&F

VOLUME DE NEGÓCIOS

A Bovespa movimentou 83 bilhões de reais em setembro deste ano, aumento de mais de 100 por cento em relação ao volume médio do mesmo mês de 2006.
Já o giro da BM&F atingiu 2,2 trilhões de reais em setembro, cerca de 10 por cento a mais que em setembro do ano passado. O número médio de contratos por dia subiu quase 62 por cento nos 9 meses de 2007 frente ao mesmo período de 2006, para 1,79 milhão.
LUCRO

A Bovespa Holding divulgou lucro de 243,7 milhões de reais no primeiro semestre de 2007, aumento de 71 por cento frente ao primeiro semestre de 2006.
Enquanto isso, o lucro da BM&F subiu 55 por cento nos nove primeiros meses deste ano, para 222 milhões de reais.
IPO

A Bovespa vendeu ao todo 288.066.125 ações ordinárias, levantando 6,6 bilhões de reais. O papel foi precificado a 23 reais, acima da estimativas inicial entre 15,50 e 18,50 reais, e dispararam 50 por cento na estréia.
Quase 80 por cento das ações foram compradas por estrangeiros e o lote mínimo para investidores do varejo era de 3 mil reais. O free-float está em torno de 40 por cento.
No caso da BM&F, serão vendidas inicialmente 260.160.736 ações ordinárias. O exercício do lote suplementar elevaria o montante em 39.024.120 ações. Como a estimativa de preço está entre 14,50 e 16,50 reais, o teto teórico dela coloca a oferta em até 4,9 bilhões de reais. O lote mínimo para o varejo é de 5 mil reais. São ações objeto da oferta 33,2 por cento do capital.

ACIONISTAS

Os maiores acionistas da Bovespa Holding antes da oferta eram os grupos Itaú e Santander com cerca de 4 por cento cada.
Na BM&F nenhum dos acionistas possui participação acima de 5 por cento. O Bradesco tem 4,9 por cento e está entre os maiores. Os principais vendedores na oferta serão: Miramar Holdings, Santander e Marcos de Souza Barros, da corretora Souza Barros.
Em setembro, a empresa de private equity General Atlantic LLC fez acordo para comprar 10 por cento do capital da BM&F, pelo preço de até 1 bilhão de reais. No mês passado, a BMeamp;F também assinou acordo para vender 10 por cento para o CME Group, controlador da maior bolsa de derivativos do mundo, pela quantia de 1,3 bilhão de reais.

HISTÓRIA

A Bovespa tem origem em 1890, com a criação da Bolsa Livre. A partir da década de 1960, assumiu a característica institucional de bolsa de valores, sem fins lucrativos.
Já a BM&F foi fundada em 1985, como associação civil sem fins lucrativos.

Barômetro Financeiro

Bom dia...


Após um dia de movimento financeiro "timido" pela ausência das grandes bancas estrangeiras, a Bovespinha encerrou no zero a zero... menos mal... Hoje, ressaca do Perú, os americanos vão as liquidações... esse dia é considerado por eles como um excelente termometrô da economia... (afinal, ENCONTRA-SE ABERTA A TEMPORADA DE COMPRAS NATALINAS HO HO HO !!!).


Dos lados do Sol Nascente, houve certo ânimo e a maioria dos mercados encerraram em leve alta, o que também está ocorrendo na abertura dos mercados Europeus...

A proposta de aquisição da Rio Tinto pela concorrente BHP e a ascensão de novos "players" na mineração mundial ( especialmente a China ) aliado aos rejustes de preços a serem anunciados em breve, prometem fortes emoções para o setor !!!


E o Euro ? 1,4910 hoje... aff... O Commersbank projeta 1,60 até o final do ano que vem...


Crude oil futuro de Dez cai 0,90% a US$ 96,00, Ouro a US$ 108 (+1,33%) e os futurinhos americanos ameaçam uma abertura positiva... ( tem muita agua pra rolar até a abertura!).


Mas não me anima muito festas sem público !!! e não sei se hoje os gringos vão acelerar, afinal, ponte de feriadão, até os pregões se encerram mais cedo por lá.



Nos contratos em aberto... bem... de volta aos 70 mil contratos... dia xoxo... sem alterações significativas...



Hoje, por aqui ficam ex juros ALPA (Alpargatas) e só nos resta desejar a todos um excelente final de semana !




Bons negócios !






quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Reportagem - Globo on line

Hehehe...
Uma nova profissão
Duplica o número de pessoas que investem em ações com home broker; algumas tornam-se profissionais.

Publicada em 22/11/2007 às 09h37m
Juliana Rangel - O Globo Online

RIO - O recente boom de investidores que passaram a apostar no mercado de ações por meio de home brokers - o número dobrou de 88.343 para 173.502 entre janeiro e outubro deste ano, segundo dados da Bovespa - está trazendo ao mercado um novo tipo de profissional. Gente que cansou do dia-a-dia de escritórios e empresas, foi se especializar e tem hoje, no mercado de ações, sua principal fonte de renda.

Aos 30 anos, o ex-analista de sistemas Ricardo Coelho consegue tirar de operações com ações o suficiente para cobrir seus gastos. Ele acorda todos os dias, troca de roupa como se fosse trabalhar e dá início à sua jornada:
" Há dias em que ganho o volume de todo um mês. Em outros, perco toda a semana, mas essa é a vida de 'trader' e eu gosto muito: "

- Começo bem antes do mercado abrir. Faço um relaxamento, reviso meus objetivos para os lucros dos investimentos e inicio o trabalho lendo as notícias que possam ser relevantes para as empresas com ações em bolsa. Em seguida, estudo a movimentação dos preços e os gráficos das companhias citadas nas notícias ou em algum fórum de discussões - diz. - Tem meses que ganho menos e outros em que ganho mais, porém minha qualidade de vida mudou pra melhor. Trabalho no horário e dia em que quero, sem ninguém me cobrando serviços.
A instabilidade, diz, faz parte da rotina:
- Há dias em que ganho o volume de todo um mês. Em outros, perco toda a semana, mas essa é a vida de 'trader' e eu gosto muito.

Para Nazir Leopoldino Alves, casada com um holandês, a atuação no mercado de ações brasileiro virou "profissão" quando ela se viu obrigada a mudar de país.

- Casei com um holandês e vim morar na Holanda. No início, eu queria muito trabalhar fora, já que no Brasil sempre o fiz. Mas, depois de algum tempo, cheguei à conclusão de que achar algum trabalho com condições parecidas com as que eu tinha seria praticamente impossível - conta.
Foi quando ela resolveu, há dez anos, começar a investir. A rotina inclui a leitura diária de notícias sobre empresas listadas.

- Faz um bem enorme para o meu ego e, de certa forma, para o meu bolso. Trabalho sem sair de casa, me mantenho ocupada e estou satisfeita - conta.
Mas, por trás da sedução de ganhos fáceis e da independência, estão riscos nem sempre avaliados pelos principiantes. Riscos são grandes e devem ser pesados

Para o também investidor Edgar Serra, pode parecer fácil ter ganhos no momento atual, considerando que a Bovespa passa por uma trajetória de altas desde 2003.

" O mercado de ações deve ser encarado como um instrumento de capitalização na medida em que você investe o que poupou sistematicamente, ao longo dos anos, parcelas da sua renda obtida na sua atividade profissional principal: "

- Se alguém está vivendo disso, possivelmente desenvolveu um método de desempenho acima da média ou está atravessando uma fase casualmente excepcional em sua vida de investidor - diz.

O próprio Ricardo Coelho diz já ter passado maus bocados em sua "carreira" de investidor:
- Comecei a estudar a Análise Técnica e achei que ficaria rico do dia para a noite operando opções, o que caiu por terra algumas operações mais tarde. Após um ano fazendo algumas operações no mercado, estudando bastante e trabalhando como empregado, vi que poderia substituir meu salário por minhas operações na bolsa. Fui bastante criticado por minha família e por pessoas mais próximas, mas pedi demissão da empresa em que trabalhava e comecei a ser trader. Antes de um mês, já tinha perdido praticamente todo o dinheiro da rescisão, o que me deixou muito abalado e sem grana - conta.

As dificuldades obrigaram Coelho a voltar a procurar um emprego fixo.

- Em mais cinco meses de trabalho como analista, vi que ali não era mais o meu lugar, pois me sentia melhor no dia-a-dia do mercado financeiro. Continuando meus estudos, descobri os erros cometidos no início e aperfeiçoei minhas técnicas - relata, contando ter pedido demissão do cargo.

O gaúcho Sandre Juraci da Silva, de 48 anos, também deixou um emprego em um grande frigorífico para operar no mercado. Mais prudente, no entanto, ele diversifica sua carteira: tem de 25% a 30% em renda fixa e o restante em ações. Além disso, faz alguns trabalhos como projetista.

- Eu tiro o que eu preciso das minhas aplicações para meu sustento mas, quando os papéis estão caindo, agüento firme e evito vender. Neste caso, eu tiro meu 'salário' da renda fixa - conta.
Marco Aurélio Rossi ( vulgarmente conhecido como Bancotario), administrador de empresas, sempre trabalhou em bancos, mas investia seu dinheiro em fundos, sem gerenciar as cotações das ações.
Nos últimos meses, deixou o emprego, fez uma pós-graduação em mercados de capitais e não deixa de ler revistas e jornais especializados, além de participar de fóruns de discussão.

- Eu tenho uma carteira de ações que está sempre defendida por derivativos (instrumentos do mercado futuro). Não obstante, tenho recursos para operações de entrada e de saída rápida de capital, que geram receita para o dia-a-dia - diz.

Edgar Serra, no entanto, insiste nos riscos:
- O mercado de ações deve ser encarado como um instrumento de capitalização na medida em que você investe o que poupou sistematicamente, ao longo dos anos, parcelas da sua renda obtida na sua atividade profissional principal, aquela que você elege por alguma vocação superior. Revejam a biografia de grandes nomes do mundo dos investimentos, como (George) Soros, (Warren) Buffett e outros. Eles ficaram ricos gerindo o capital de terceiros, criaram grandes fundos ou grandes companhias de investimentos e ganham com corretagens, comissões e prêmios de desempenho. Nenhum deles fez fortuna multiplicando o próprio pequeno capital inicial - alerta.

Futurex


Atualizando o último post sobre indice ( clique aqui )


Abaixo, o nosso Indice Futuro - Intradiario - 60 min (que contempla apenas as operações negociadas nessa serie...)

Visualmente perceptível a projeção da expansão da queda nos 60.000 bps (atingida ontem), onde o mercado sentiu uma "resistência" na queda ( fazendo-se então uma nova região de suporte) e tendo como objetivos:

Altistas - expansão de 76,4% ( região de 61.600 bps ) .

Baixistas - expansão de 162% ( região de 56.000 bps ).


Bons negócios !


Barômetro Financeiro

Buenas !!!

Correrias familiares me levam ao famoso Ctrl "C" x Ctrl "V" do Blog do meu amigo Seagull ...

Wall Street
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em queda nesta quarta-feira, por preocupações de que os problemas no mercado imobiliário podem piorar e prejudicar a economia, deixando investidores inquietos antes do feriado de Ação de Graças no país.
O índice Dow Jones recuou 1,62 por cento, a 12.799 pontos, menor fechamento desde abril. O Standard & Poor's 500 declinou 1,59 por cento, para 1.416 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq perdeu 1,33 por cento, a 2.562 pontos.

Bovespa

Com isso a Bolsa de Valores de São Paulo confirmou nesta quarta-feira sua segunda forte queda na semana, com o pessimismo do cenário externo ditando o ritmo do dia. O principal indicador da bolsa paulista, o Ibovespa, recuou 2,81 por cento, para 60.581 pontos, terminando a sessão no menor patamar de fechamento desde 4 de outubro. Na mínima do dia, o índice chegou a perder o patamar dos 60 mil pontos. O volume financeiro foi de quase 6,7 bilhões de reais.

Entre as poucas ações que subiram no Ibovespa ficaram as do setor de telecomunicações. Os papéis preferenciais da Vivo, por exemplo, registraram ganho de 2,3 por cento, a 9,78 reais. As blue chips Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce, as mais negociadas do pregão, caíram 1,88 por cento e 3,09 por cento, respectivamente. A maior queda do dia foi da empresa de açúcar e álcool Cosan S.A., que despencou 13,9 por cento, para 20,65 reais.

Câmbio

O estresse nos mercados globais impulsionou o dólar nesta quarta-feira, e a moeda americana voltou a se aproximar do patamar de 1,80 real. A divisa subiu 0,62 por cento e terminou o dia a 1,778 real. Na máxima, o dólar chegou a ser negociado a 1,797 real no pregão à vista da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). A moeda registra alta de 2,3 por cento em novembro, mas a queda no ano ainda é expressiva --16,8 por cento.

O mercado de câmbio foi dominado pelo aumento da aversão a risco no exterior. Na visão dos investidores, a crise imobiliária e a alta do petróleo, que ficou a poucos centavos da marca de 100 dólares por barril, pressionam a economia norte-americana, que vê o crescimento desacelerar em meio ao aumento da inflação. Ao mesmo tempo, o prejuízo dos bancos com hipotecas de alto risco (subprime) ainda assusta o mercado, que não consegue estimar com exatidão o impacto sofrido pelo setor financeiro.

Risco-país

Essa convergência de fatores negativos derrubou as bolsas de valores em todo o mundo e empurrou o dólar ladeira abaixo ante outras moedas fortes, como o euro. O risco Brasil, que vinha sendo cotado nas últimas semanas abaixo de 200 pontos, escalou 11 pontos e atingiu 232 pontos-básicos.

Petróleo

Também pesou sobre os mercados o aumento do preço do petróleo, que chegou a ficar perto dos 100 dólares por barril em Nova York. Em Wall Street, ações de varejistas e de grupos industriais foram prejudicadas pelo receio do impacto de combustíveis mais caros sobre os lucros corporativos e sobre os gastos dos consumidores.

Informações da Agência Reuters

Hoje sem mercados americanos... somente balizamentos com demais bolsas europeias, o mercado continua pressionado... passível de eventuais ajustes positivos. Do lado do Sol Nascente, tivemos o mercado em baixa na maioria das praças, novamente espelhando as expectativas da desaceleração da economia yankee e reafirmação dos potenciais incremento nos prejuízos das Instituições Financeiras ... Não aguento mais escrever isso ... (rss).

Europa abriu nem tanto pessimista... Brent cotados a US$ 95,02 e os Futuros do Ouro próximos a US$ 805,00.

Nos contratos em aberto... bão... sei lá, entende ? Não venderam quase nada de posição comprada ontem... próximo a 540 contratos com uma posição de 69.045... já na ponta de venda... socaram novamente a butina, com 13.290 contratos totalizando mais de 109 mil contratos VENDIDOS... Pessoas fisicas compraram perto de dois mil contratos (...).

Bons negócios !






quarta-feira, 21 de novembro de 2007

COSAN

Diario - LOG

Atualizando a postagem... (clique aqui)

... as coisas não vão nada bem para aqueles lados...




Risco Brasil

Grafico Diario - LOG


Conforme comentado anteriormente ( clique aqui ) ...


Não é que foi lá ???
Momento é decisivo !!!



Ibovespa



Quem se lembra ???

( Clique aqui )

Atualizando, intradiario - 60 min - LOG

Região de expansões que podem ser testadas como suporte...


Expansão da alta nos 76,4% = 60.700


Pivot de queda acionado projeta 100% próximo aos 60000 bps...



Bons negócios !

Barômetro Financeiro

Bom dia...

... e chega de descanso por aqui... ( se bem que por lá amanhã é a Festa do Perú e na sexta... já viu...) !

Na renda variável, a recuperação no final do expediente, depois de um pregão extremamante volátil (pelo aguardo da divulgação da Ata do FOMC) , acabou acelerando a procura pela Renda Fixa (papéis do Tesouro dos EUA).

Depois do rendimento dos papéis ter atingido o menor nível desde 2005, os Bonds Americanos fecharam em leve alta (Os títulos de 10 anos fecharam com rendimento de 4,10% ante 4,07%.do dia anterior).

Novo recorde de baixa na desvalorização do dólar frente ao euro, e barril de petróleo encerrando os negócios em forte alta ( US$ 98,03 -alta de 3,58%) , se aproximando das máximas históricas nos EUA: raciocínio simplório, os baixos valores da moeda estimulam a demanda pelas commodities.
Por aqui, os contratos em aberto no Indice Futuro registraram novamente uma debandada próxima a 4500 contratos na posição comprada e um aumento de mais de 10000 contratos na posição vendida ! ... como venho comentando, todo o cuidado é pouco... bem aí nessa região aí de 65/70 mil contratos encarteirados ... Pessoas Fisicas viraram a mão e estão comprados em mais de 2900 contratos.

Bons negócios !

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Títulos Americanos


Façam suas apostas...

Minuta da Ata do FOMC a seguir...

E o Mercado parece que está fazendo a sua parte !!!

Bons negócios !

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Barômetro Financeiro

Bom dia a todos...

Dia de vencimento de opções por aqui, por lá, já na 3ª sesão de queda, o Yen valorizou-se sobre a doleta. Exportadores dos mercados asiaticos sentiram as flutuações e o resultado nos mercados acionarios não foram muito animadores.

Redução no ritmo dos carry trades, crise imobiliaria que se alastra mundo afora, petróleo e redução nos preços da commodities ajustam para baixo os mercados Europeus na abertura dos negocios por lá.

Hoje teremos a divulgação do Housing Market Index as 16:00 hs (de lá) e feriado por aqui amanhã, aliado ao Dia de Ação de Graças nos EUA na Quinta-feira, muita gente deve emendar a sexta-feira, só voltando a operar na próxima semana...

No mais, Contratos em Aberto, a posição dos Estrangeiros sinalizaram pouco movimento mais significativo na ultima sexta feira, onde realizaram um net positivo de apenas 204 contratos (aumentaram as compras em pouco mais de 1100 contratos e diminuiram as vendas em 1316 contratos). Permanecemos acima da região de 70 mil contratos comprados, número que ainda acho ser "decisivo" para manutenção das posições compradas mais Longas.

Bons begócios a todos e um bom feriado amanhã !




sábado, 17 de novembro de 2007

Especulações...

14/11/2007 - 10h00

Lula quer Telebrás para implantar banda larga em 90% do país

ELVIRA LOBATO da Folha de S.Paulo.

O governo federal estuda ressuscitar a Telebrás para implantar a banda larga (acesso à internet em alta velocidade) em 90% do território nacional e antes do final de segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em três anos.


O projeto, segundo estimativa divulgada pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, custará entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões. A Telebrás, holding do antigo monopólio estatal da telefonia, privatizado em 1998, deveria ter sido extinta dois anos depois da privatização, mas sobrevive como fornecedora de mão-de-obra das antigas estatais para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).


Segundo Costa, a Telebrás poderá coordenar a integração das redes de fibras óticas que estão espalhadas por várias estatais e que estariam, pelo menos em parte, ociosas. O presidente da Telebrás, Jorge Mota Silva, disse que a empresa, que fornece 253 empregados para a Anatel, está pronta para assumir um novo papel. "Acho que seria uma reparação, tardia, para a Telebrás", afirmou.


Além de empresas privadas, é previsto o uso das malhas de fibra ótica construídas pela Petrobras e por empresas estatais de energia elétrica. Segundo Costa, o projeto será anunciado, em grande escala, pelo presidente Lula, nas próximas semanas. Divisão Costa participou, ontem, no Rio, do Fórum da Governança da Internet. Anteontem, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, havia declarado, no mesmo fórum, que o governo fará uma rede nacional de acesso à banda larga, com infra-estrutura estatal, para atender a 140 mil escolas públicas. Segundo o site especializado em telecomunicações Tele-Síntese, o governo não quer que a banda larga seja controlada por empresas de telefonia de capital estrangeiro. De acordo com o ministro das Comunicações, para a internet em banda larga chegar a 90% do território, o governo ampliará o número de telecentros comunitários de 3.200 para 18 mil. "Estamos explorando diversas possibilidades. Uma delas é usar as redes de alta-tensão de energia elétrica como meio de transmissão de dados para acesso à internet", afirmou o ministro.


Para o governo, o primeiro passo para a rede nacional de banda larga foi a Anatel colocar em consulta pública a proposta de mudança do plano de metas de universalização das concessionárias de telefonia fixa, em que as metas de implantação de PST (postos de serviço de telecomunicações) serão substituídas pelo fornecimento de acesso em banda larga a mais de 3.000 municípios. Infovia estatal Costa disse que o Estado não vai competir com os serviços das companhias telefônicas privadas.


Segundo ele, a "infovia estatal", que será construída com a integração das redes de fibras óticas de Petrobras, Eletrobrás e outras empresas públicas, será usada, exclusivamente, para atendimento ao setor público. Executivos das concessionárias de telefonia privadas ouvidos pela Folha disseram que, há dois meses, as entidades representativas do setor entregaram ao governo um projeto para levar a internet com banda larga a 85% --e não aos 90% declarados por Costa-- dos municípios. A cifra de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões, citada pelo ministro, teria saído desse estudo. Segundo os executivos das teles, a proposta contemplava a possibilidade de uso das redes de fibra ótica construídas pelas estatais, desde que a preço atraente.


Na avaliação das teles, os ministérios da Ciência e Tecnologia e do Planejamento defendem que as escolas públicas sejam atendidas por uma infra-estrutura estatal no pressuposto equivocado de que a Telemar, a Brasil Telecom e outras operadoras seriam controladas por capital estrangeiro. Abert O ministro Hélio Costa saiu em defesa das emissoras de rádio e de televisão que resistem à tentativa da Anatel de redistribuir canais de freqüências do setor para as empresas de telefonia e de TV por assinatura. Costa disse que está a par do problema e que levará o assunto ao presidente Lula, hoje.


A Folha noticiou, ontem, que a Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e de Televisão) poderá recorrer à Justiça contra a Anatel para impedir a transferência de freqüências para as telecomunicações. Segundo Costa, esse fenômeno aconteceu nos Estados Unidos e não pode se repetir no Brasil.


Vejam o reflexo da notícia graficamente !


Em apenas dois dias (úteis) o papel saltou de R$0,05 para a máxima de R$ 0,30 na sexta feira...


Gráfico Semanal LOG com "zoom" para melhor visualização do movimento !

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Barômetro Financeiro


Bom dia...
O sangue correu solto pelas bolsas Orientais e Europeias...

Maledeto DJIA, que até respirou no positivo na parte matinal, desandou a maionese logo após o almoço para encerrar o dia em baixa ! Reflexos imediatos nos outros mercados...

No Indice Futuro, tivemos uma situação atítica, onde os estrangeiros aumentaram sua posição comprada em 6600 contratos e diminuiram a posição vendida em 2250 contratos, totalizando uma redução na posição global de 8850 contratos (vendidos ainda em mais de 12800)... Por quê atípica ? Vejam as pessoas fisicas... estavam compradas em 1740 contratos e simplesmente viraram as mãos, estando até quarta feira próximos a 1850 contratos vendidos ...

Bem...Agenda para hoje (horario de lá):

08:30
CPI
Core CPI
Initial Claims

NY Empire State Index

10:30
Crude Inventories

12:00
Philadelphia Fed

Segunda temos vencimento dos derivativos por aqui e terça, novamente feriado em Sampa.

Bons negócios !



Onde está o comportamento padrão da bolsa brasileira?


O mercado brasileiro vive um momento atípico, em que a bolsa sobe junto com a volatilidade. Levantamento feito pelo chefe do Departamento de Economia e Finanças da ESPM-RJ e sócio da Plenus Gestão de Recursos, Alexandre Espírito Santo, revela que, desde 2002, quando o mercado passou a ter certa normalidade após tantas crises econômicas, a bolsa vem seguindo o mesmo tipo de comportamento. Quando o Índice Bovespa sobe, a volatilidade cai, e quando o índice se desvaloriza, a oscilação aumenta.

Espírito Santo considerou no estudo períodos em que o Ibovespa subiu ou caiu pelo menos 15%. A partir daí, analisou esse período até o momento em que o índice mudou de tendência. Além do momento atual, o Ibovespa e a sua volatilidade andaram na mesma direção somente entre janeiro e março de 2005. Naqueles três meses, o índice subiu 18,06% e a volatilidade, medida em 100 dias e em termos anualizados, subiu de 19% para 22%. Já no momento atual de valorização da bolsa, que começou em 16 de agosto, o Ibovespa já subiu 34,6% e a sua volatilidade saltou de 22% para 30%.

A correlação negativa entre o Ibovespa e a volatilidade (um sobe enquanto o outro cai) tem explicação. Quando as ações estão numa tendência de alta, as pessoas ficam confiantes e investem no mercado por mais tempo, fazendo com que a volatilidade caia, analisa Espírito Santo. Já em momentos de queda, os investidores ficam mais confusos. Alguns preferem vender as ações para não ter maiores perdas. Outros aproveitam a queda para comprar os papéis a preços mais baixos. Esse entra e sai acaba provocando maior volatilidade, lembra o professor. De forma geral, esse comportamento padrão também costuma ocorrer nas bolsas de outros países, diz Espírito Santo.

Para ele, a correlação atípica no mercado local é sinal de que algo está errado no movimento atual de valorização da bolsa. "Acredito que é hora de os investidores acenderem todas as luzes amarelas possíveis, pois, em algum momento, algo irá mudar para que a correlação volte ao normal", diz. E, na opinião do professor, é a alta da bolsa que deve chegar ao fim, impulsionada pela deterioração do cenário internacional.

"Se a crise hipotecária americana for grave como está se delineando e a economia dos EUA desacelerar fortemente, não acredito que os emergentes passarão ilesos, como muitos têm esperança", diz Espírito Santo. O fato de a crise hipotecária e seus reflexos nos EUA terem voltado à baila nos últimos dias pode ser um sinal de que a festa da bolsa está próxima do fim. "Esse mercado esquizofrênico, em que o Ibovespa cai mais de 4% num dia e sobe 2% no seguinte, também mostra como os investidores estão perdidos, sem saber o que vem pela frente", diz.

O sócio da Modal Asset Management Alexandre Póvoa pondera que, desde 2002, a volatilidade caiu gradativamente porque a bolsa, desde então, veio numa forte valorização. "Sempre que há uma forte tendência de alta ou de queda, a volatilidade fica em segundo plano", diz Póvoa. Para ele, o momento é preocupante e o executivo acredita que a lua-de-mel do mercado depende principalmente de quanto o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) conseguirá baixar os juros. "O momento é de surfar na onda de alta da bolsa, mas com moderação."

Ontem, novos anúncios de perdas de bancos derrubaram as bolsas no exterior. Nos EUA, o S&P 500 caiu mais de 1%, o que pode se refletir na Bovespa hoje.

Daniele Camba é repórter de Investimentos

E-mail: daniele.camba@valor.com.br

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Dolar Comercial

Grafico Diario - LOG
Atualizando a ultima mensagem... (clique aqui)

A projeção da expansão da queda segue a mesma, porém, neste gráfico, apenas um zoom na atual situação !
... segue a Valsa !!!



CPI - Usa

US Oct CPI +0.3% and core +0.2%, exactly as expected.

Core was held down by -0.2% autos (NSA was +0.3% so there was a large effect from the new model yr), -1.5% hotels, and OER at a mere +0.2%. Food +0.3% as pork and veggies surged.

Energy +1.4% as all categories gained. Electricity was +1.5% but was -3.9% NSA, reflecting the switch to winter rates in some areas.

YOY overall CPI was +3.5% (highest since Aug 2006), YOY core +2.2%. Still, some key areas continue to rise in price (medical +0.6%, due to med services; college tuition +1.1%).

US Initial Unemploy claims +20k to 339k in the Nov 10 wk, and Labor Dept says there were no special factors (next wk incl a holiday).

Claims were also 339k in mid-Oct, suggesting labor mkt continues to bump along.
Provided by: Market News International

Resumo :
Inflação Americana dentro das expectativas
Auxilio desemprego aumentou um cadinho...


Foto dos futuros do DJIA após a notícia : parece que a primeira reação não foi das "melhores"...




US Oct CPI +0.3% and core +0.2%, exactly as expected.



Core was held down by -0.2% autos (NSA was +0.3% so there was a large effect from the new model yr), -1.5% hotels, and OER at a mere +0.2%. Food +0.3% as pork and veggies surged. Energy +1.4% as all categories gained. Electricity was +1.5% but was -3.9% NSA, reflecting the switch to winter rates in some areas.

YOY overall CPI was +3.5% (highest since Aug 2006), YOY core +2.2%. Still, some key areas continue to rise in price (medical +0.6%, due to med services; college tuition +1.1%).

US Initial Unemploy claims +20k to 339k in the Nov 10 wk, and Labor Dept says there were no special factors (next wk incl a holiday).

Claims were also 339k in mid-Oct, suggesting labor mkt continues to bump along.

Provided by: Market News International
Resumo :

Inflação Americana dentro das expectativas

Auxilio desemprego aumentou um cadinho...

Foto dos futuros do DJIA após a notícia : parece que a primeira reação não foi das "melhores"...

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Vale - Semanal - LOG


Região de resistência, como pode ser visualizado no gráfico semanal...


Djia - Intradiario

O mercado volta o foco aos indices de inflação nos EUA e aos possíveis desdobramentos da questão dos preços do petróleo nos respectivos indices de preços. (os indices cheios já devem espelhar os impactos).

Além disso, os dados de atividade econômica (p.ex. vendas ao varejo) mantém a projeção de crescimento consistente e expectativa de crescimento dos estoques.

Então, a se confirmar as expectativas de mercado, a recessão ainda não se mostrará presente no 4º trimestre e deste modo se esgota o uso do instrumento monetário para ajudar os setores financeiro e imobiliário.

Sei lá...
O cobertor me parece curto !

Atualizando o gráfico do DJIA na periodicidade de 60 min (clique aqui para ver a anterior), temos a linha superior do canal de baixa que serviu como suporte, causando reversão nos 161,8% (linha tracejada verde), provocando, portanto, um reteste (por baixo) nos 162% (tracejada vermelha).

Aí é que a "porca torce o rabo"...

Lembrem-se:

Feriado aqui amanhã...

Vencimento das opções 2ª feira...

Bons negócios !

Barômetro Financeiro

Bom dia a todos...

Misture Wall Street, com um dia de ganhos expressivos, (refletindo um desempenho trimestral acima das expectativas da varejista Wal-Mart) e as preocupações amenizadas com a crise do subprime (Goldman Sachs minimizou os impactos de hipotecas de alto risco sobre seu balanço)...

Resultado ?



Verdadeiros ralis nos mercados Asiaticos ...

Mas todo cuidado é pouco... em tempos de alta volatilidade, a impressão é que "levantam para cortar"...



Hoje, as 11:30 hs nos EUA, anunciam dois indicadores importantes: o núcleo do PPI e as Vendas no Varejo, cujas expectativas aumentam o apetite para volatilidade.

Nos contratos em aberto, permanecemos em uma situação ainda preocupante, visto que os estrangeiros ontem, apesar de reduziram sua exposição vendida em quase sete mil contratos (numero relevante), sua posição "comprada" ainda encontra-se abaixo dos 70 mil contratos...



Feriadão por aqui amanhã... e em São Paulo também na próxima 3a. feira... Na 2a. teremos vencimentos dos derivativos, prometendo nos 3 últimos dias muitas emoções !

Para hoje, por aqui :

Ex Div Banco do Brasil
Rend Europar
Div Duratex
Juros e Div Bradespar
Juros Confab

Bons negócios !





terça-feira, 13 de novembro de 2007

Ohhh Mundão bão que dá voltas...

Reportagem do Valor economico de hoje :
Banco dos EUA paga igual a brasileiro para captar
Cristiane Perini Lucchesi
13/11/2007

Gigantes bancários como o Citi têm hoje custo de captação igual ou superior ao dos maiores bancos brasileiros, como Itaú e Bradesco. A crise de crédito nos EUA fez os prêmios de risco das instituições americanas bater recordes. Na comparação com a Vale do Rio Doce ou Petrobras, a diferença a favor das empresas é ainda maior.

Algo raro acontece então: os maiores bancos americanos, tradicionais credores do Brasil, deixam de emprestar às instituições locais, já que não ganham nada com isso. Eles não conseguem ter margem de lucro sobre seu custo de captação, que é igual ou superior. Segundo o Valor apurou, os bancos brasileiros e os maiores americanos captam para prazos de vencimento em um ano em torno de 35 a 40 pontos básicos sobre a Libor, a taxa interbancária de Londres. É o caso do Citigroup, principalmente, mas também do JPMorgan ou Bank of America.
Os bancos de investimento foram ainda mais afetados e todos pagam prêmio superior ao do governo brasileiro em seus títulos. Enquanto o risco-Brasil - medido pelo prêmio do contrato de vencimento em cinco anos do swap de crédito da dívida externa brasileira - era de 100,30 pontos básicos ontem, o da Merrill Lynch era de 135,20 pontos pelo mesmo critério, enquanto o da Bear Stearns chegava a 173,20 pontos e o do Lehman Brothers, a 146,50 pontos.
Mesmo o Goldman Sachs, menos atingido por perdas com a crise das hipotecas, tem risco de 95,50 pontos básicos, próximo ao risco-Brasil. O risco do Citigroup está um pouco abaixo, em 81,90 pontos básicos, por causa da diversificação de suas atividades, mas ainda assim acima do risco da Petrobras, de 66 pontos básicos, e próximo ao da Vale do Rio Doce, de 83,90 pontos.
A saída dos grandes bancos americanos do mercado de empréstimos externos ao Brasil não significa aperto de liquidez para as maiores instituições brasileiras ou empresas de primeira linha. Os bancos americanos estão sendo substituídos pelos europeus, menos afetados pela crise de crédito, como Natixis, Fortis e Rabobank, e por fundos de hedge, de pensão e de investimentos.

Barômetro Financeiro


Conforme venho mencionando...todo o cuidado é pouco ... Estrangeiros diminuiram novamente as posições compradas ...
Bons negócios !


segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Barômetro Financeiro

Semana começa azeda pelos lados Asiaticos ... e na Europa não está muito diferente... rumores de que o HSBC e outros bancos anunciarão maiores perdas no mercado de hipotecas subprime. Hoje, pela ausência de indicadores relevantes nos EUA (Dia dos Veteranos), o foco estará mesmo nos resultados corporativos.


Os papéis da Rio Tinto ganham força depois que os analistas do Lehman Brothers elevaram seu preço-alvo para as ações da companhia. As cotações do petróleo recuam tanto em Londres como nos EUA, devolvendo parte dos ganhos recentes (Amanhã temos vencimento de contratos futuros).


Nos contratos em aberto do Indice Futuro, tivemos recompras nas posições, voltando aos patamares de acima de 70 mil contratos (74.262), porém, nas posições vendidas atingimos um volume significativo de vendas ( 11.613 ) totalizando uma posição NET superior a 24.000 contratos.


Desvalorização do dólar e os altos preços do petróleo são apenas alguns ingredientes para incrementar a semana "curta" que se inicia...



Bons negócios !







domingo, 11 de novembro de 2007

Los Hermanos


Semanal - LOG


... Eleições definidas...

...e coincidentemente também atingiram uma região de resistência...

No zoom (Diario) podemos melhor visualizar o comportamento...

Risco Brasil


Aparentemente, devemos testar as resistências...


Commodities


Há muito, não postava o gráfico do CRB...

No gráfico Semanal, podemos visualizar o cumprimento de 100% da projeção da expansão de alta nos níveis de 355bps com um belo "doji"...

A seguir, cenas dos próximos capítulos...



ReTUPIflexões

Esse é um ponto de vista bastante interessante do colega ALCHEMIST, que nos brinda com essa excelente postagem para meditação neste Domingo !
Parabéns pelo conteúdo !
A descoberta é extraordinaria e esse asset ainda não dimensionado, presume-se 5-50 bi Boe, vai influir muito no desenvolvimento do pais. Perfeito! Este é o ponto mais importante. Os outros comentarios a seguir, são meras notas ao pé da pagina. Não devem ser tomados como critica, mas como simples reflexões de um domingo chuvoso.
Notas:
1. O petroleo na costa não é merito de ninguem, brasileiro ou não; foi o Velhinho que escreveu o Livro que nos rege ou a Natureza. Um dos dois. Ou ambos.
2. Merito sim, e muito, é a descoberta. Mas também, obrigacão. É para isso que existe a Petrobras. Os geologos e demais tecnicos e administradores fizeram um bom trabalho, dentro do que se espera. Parabens, Petrobras. Mas agora, enfrentem os desafios!!!
3. As reservas descobertas não são da Petrobras. São do Brasil. Os concessionarios, privilegiadamente a Petrobras, deverão arcar com custos e pagar altos royalties (crescentes) e impostos. Isso é normal neste mundo, mas diminui algo o impacto das resrvas no valor da empresa.
4. Uma coisa é a descoberta, outra a exploração. Os custos, ainda não dimensionados, devem ser bem altos. Também longo será o tempo. No minimo uns 5 anos até a produção economica do primeiro poço. Espera–se 100.000 barris/dia, para esse poço: aprox. 5% do consumo nacional (hoje). Uns 10 anos, até a produção de uns 300.000/dia (8 a 10% do consumo presumido na época).
5. A nova resreva (e outros empreendimentos) garantira, caso bem e economicamente explorada, autoabastecimento e algum excedente. Mas isso, não antes de 5 anos.
6. Teremos escasez (ou, no minimo, aperto) de energia (gas, eletricidade) e devemos continuar importando até lá. O abastecimento boliviano é necessario.
7. Os colegas podem discordar, mas Bolivia não fez nada demais. Nacionalizou reservas (cosa que o Brasil fez bem antes). Por aqui, mesmo depois da "liberação", as companhias privadas (ou publicas) são meras exploradoras das riquezas da nação. Inclusive, alteram-se leilões (e contratos) por considerações estrategicas. Revisar contratos que ferem os interesses nacionais é válido em qualquer tribunal. Se concordamos com a logica do que é feito aqui, deveriamos compreender o que foi feito na Bolivia. (Alias, para os que nnao sabem, esse pais já foi expoliado demais. Demais.). Os impostos / royalties de 85% (na Bolivia), sernao praticados também aqui a partir dessa descoberta, conforme informação quase-oficial. Cuidado com "os dois pesos, duas medidas".Petrobras não perdeu nada na Bolivia e Lula agiu corretamente. Voltar a Bolivia não é "bondade", mas interesse economico e politico do Brasil.
8. Esse negocio de "entrar na OPEC" ou "virar sheik" melhor tomar como brincadeira. Talvez não convenha (nem seja viavel), virar MEGA exportador de petroleo. Na minha opinião, exportar petroleo a rolete é consumir prematuramente um asset necessario para o futuro do Pais, em prol de benesses presentes. Alem do que, mega-exportar petroleo prejudicara o resto do nosso tecido: vejam a famosa "doenca holandesa"; vejam quem são hj os mega-exportadores e como é utilizada essa receita. Este tema da para muito e pode ser analizado mais profundamente.
9. Houve utilização politica do fato da descoberta. Mas qualquer outro governo, em qualquer lugar do mundo, teria utilizado tambem. Não sei a que atribuir as poucas noticias nas revistas. Talvez a falta de clareza dos fatos em si e das proprias cabezas (e falta de preparo) dos jornalistas e donos da midia; o tema não é para jornalistas amadores.
10. A valorizacão do papel, nos ultimos meses, é produto de aumento de valor percebido mas tambem de especulação feroz. Normal. Sempre é assim. Qual a proporção de cada fator (ruido vs. tendencia), é cedo para dizer.
Concluindo: Excelente noticia para o pais, gigantesca reserva de bens, gigantescos desafios.
Bom domingo! Vou ver se da para jogar tennis, agora que parou de chover.
Até.

Ibovespa Mensalizado - LOG


Projeções das expansões...
Percebam as linhas de Fibonacci quando atingidas, sofrem "espécie" de resistência...
BRUXARIA !!!

Petróleo a US$ 100,00 ?

Não sei se chega... Mas as ADR's da Petrobras já chegaram...

Observem quão interessante a projeção das expansões no gráfico Semanal LOG, e no detalhe (zoom) o comportamento dos últimos dias de negociação do ativo pelas bandas do Tio Sam...

Impressionante, não ?




sábado, 10 de novembro de 2007

Natura...


Em negro, projeção das expansões de alta, seguindo escript...

Região de suporte na sexta foi atingida, levando o papel a reagir no intradiario, com o candle fazendo um pull back até os 62% da projeção da expansão de queda.

Em tonalidades esverdeadas, os canais projetados...



sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Barômetro Financeiro


Bom dia...


Como venho mencionando, preocupa a redução de posições compradas dos estrangeiros !

Nos mercados Asiaticos novamente o setor financeiro foi responsável pelas maiores perdas... e o que segurou foi a valorização da BHP na Australia, caso contrario, seria tb mais uma avermelhada...

Com a divulgação da IPO da BMF que serão listadas no Novo Mercado da Bovespa sob o código BMEF3, a fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.
Os coordenadores da oferta estimam que o preço do papel deverá ficar entre R$ 14,50 e R$ 16,50, de maneira que a operação deve movimentar, no mínimo, R$ 3,77 bilhões.

Se considerarmos a "banda" superior do intervalo estimativo de preços e se a opção de lote suplementar for exercida, a captação desta operação poderá atingir R$ 4,93 bilhões.

Com isto, a BM&F ocuparia o segundo lugar no posto das maiores captações por meio de ofertas públicas desde a reabertura dos mercados, em 2004, ficando atrás somente da Bovespa Holding.

PERÍODO DE RESERVA DE AÇÕES DA BM&F VAI DE 19 A 27/11 !
Um bom final de semana !





Dúvidas ou Sugestões ???

Fique a vontade pra me mandar uma mensagem:
bancotario@hotmail.com