sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Barômetro Financeiro

Bom dia...

...e Hoje é sexta Feira...

Mr Bernanke fala agora as 11:00 hs no discurso de abertura do simpósio anual do Fed de Kansas City.

Após o fechamento dos mercados nos EUA, a Dell divulgou seus números, e ficou 3,5% acima das expectativas. Eventual ajuda do governo americano (através de uma agência) ao Mercado Imobiliario deu um alento aos mercados asiaticos, que operaram durante praticamente todo o dia em forte alta .

A administração americana proporá nesta sexta-feira uma série de medidas de ajuda para as famílias do país diante do crescente número de inadimplentes nas hipotecas de risco que causaram a atual crise financeira mundial.

O índice de Hong Kong novamente superou seu record. Por conta dos bons números da economia japonesa, das performance das empresas exportadoras (tais como Sony Corp. e Canon), e principalmente depois que o Yen demonstrou enfraquecimento frente ao Dolar.

Na Australia, por conta da recuperação dos Bancos o Indice fechou positivo a 1,80%, sendo que a BHP Billiton avançou 1.6%

Exportadoras e Mineradoras também aceleram seus ganhos no mercado Europeu, causando altas generalizadas ( pelo menos até a abertura dos negócios em Wall Street).

Os Futuros do Djia já inicializaram o dia em forte gap altista ( que já veio "fechar") seguindo sua volatilidade e o Crude Oil Light ( em NY ) opera em alta de 0,57% a US$ 73,775 numa região de relativa resistência.

Por aqui, finalmente a Vale informou ontem que a proposta de desdobramento acionário foi aprovada pela assembléia de acionistas da companhia e a mudança vale a partir de segunda-feira.

Bem...
Um bom final de semana a todos e bons negócios !



Contratos em Aberto


Bom dia...


Estrangeiros permaneceram até ontem reduzindo a posição NET ( vendidos ). Ontem, por exemplo, aumentaram as compras em 3936 contratos e diminuiram as vendas em 1043 contratos.


Segue a valsa !!!

Permanece a grande dúvida para aqueles que não possuem a característica de "Buy and Hold"...

Tenho recebido alguns emails, me questionando a respeito de alguns papeis (chamados de 2ª e 3ª linha), onde sinceramente, graficamente não há muito o que se dizer (isso sem falar das small caps !!!):

* Histórico do ativo na maioria das vezes é recente;
* Quantidade negociada diariamente é minima;
* Sobe hoje 3,5%... amanhã não se mexe... depois sobe 0,5%... mais 2 dias parado... cai 8%... passados 2 dias sobe 1,5% ?
* Não tem comprador na tela ( spreads absolutos absurdo !!!)

É nesse tipo de ativo que você quer investir ? Entra em Foruns, Blogs, Chats e desesperadamente aguarda uma palavra de consolo dizendo : "Eu também estou nessa barca..."

É isso mesmo o que você espera da Renda Variável ?

A volatilidade dos últimos dias ( seja aqui, ou acolá) já começa a amedontrar muitos investidores, que infelizmente, dado a inexperiência com o mercado de RV, e a massiva pressão marketeira da Midia, fizeram sua entrada num momento inoportuno.

Percebam o quanto cairam os papeis de primeira linha ( do Topo até hoje ) e quanto recuperaram... e comparem com outros ativos...

A expressão facial do Willian Bonner (?) quando diz que " A Bovespa subiu x% " ou " o "Indice hoje respondeu a queda aos mercados internacionais" realmente assusta !!!

Em tempos de alta volatilidade, operações de curto prazo devem ter seu "manejo de risco" acompanhado MUITO de perto !

Stops Gain e Loss devem ser obrigatóriamente respeitados !

Devem ser obrigatóriamente respeitados !

Essa é uma regra que em tendência de alta, o investidor até então, não seguia a risca... afinal... caia 2 dias... depois voltava arrebentando !!!

Não que os operadores de Médio e Longo prazo não se devam ater a isso !!! Mas outras técnicas de "defesa" em tempo de turbulências devem ser adotadas !

Pensem seriamente em defender seus ativos com operações de Hedge ( seja o lançamento de opções para alavancarem taxas, ou operações de Mini índice para minimizar seus riscos ).

Meditem sobre a tendência atual de curto prazo...

... acho que até a próxima reunião do FED (18/09) estaremos cada vez mais submissos aos mercados de subprime e por consequência, as incertezas do mercado Global !

Enquanto isso, se você é um investidor ( e não um especulador ) faça como EU... perca o seu sono com outras "prioridades" !!!

...e procurem tomar a melhor decisão ! Não vacile !

Se o seu set up de compra for acionado... prega o pau ! atingiu seu target ? marreta... e verça e visse !!!

Capital a gente constrói !
Uma boa noite ( ou um bom dia !!!)
Abcs

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Djia - Intradiario - 15"


Uma panoramica...

Santa Volatilidade Batman ...

Amo Muito Tudo Isso !!!

Petrobras intradiario - LOG

Comentário para Swing (dia 23/8) clique: Vídeo

Vejam que na tentativa anterior faltou "respaldo" dos compradores e os vendedores venceram a 1ª batalha...

Percebam o volume deste último candle no gráfico de 60 min...
Stops agora ajustados !



Bons negócios !!!







Contratos em Aberto


...é... anteontem sinalizou... ontem confirmou a recuperação... Redução nas vendas e aumento nas compras... Continuam posicionados como Vendidos ... e hoje é um novo dia !
Bons negócios !


Barômetro Financeiro

Olá a todos...

Mr Bernanke, depois de declarar que os Estados Unidos "estão prepaparados para agir", sugeriu que aumentaram as expectativas para um corte da taxa de juros ... e novamente deu-se um alivio aos mercados americanos no dia de ontem... com isso, o lado do Sol Nascente animou-se consideravelmente !

O Nikkei já abriu "bombando" e buscou na primeira hora de negócios quase 16.270 bps - 4ª Feira fechou a 16.287 ( -1,4% ) . Porém não teve folego durante todo o dia e fechou a 15.153,8 ( alta de 0,9%).

Na mesma toada de alta ( com realização no final dos negócios ) seguiram a Korea (0,85%), Australia (0,60%) , Jakarta (0,74%) Hang Seng ( 2,02%) e Taiwan (1,48%).

Na Europa, o Credit Agricole abriu seu coração e expôs mais detalhadamente a sua situação atual com os subprimes, onde o Mercado gostou e arremessou uma alta de 4% no ativo na abertura ( nesse instante, graficamente falando, tá com cara que volta para fechar o Gap !).

Importante ressaltar que as praças europeias retomaram os negócios mais "animadas" e o consenso dessa abertura matinal foi EM ALTA.

O declínio dos estoques nos EUA, fazem o petróleo dar uma acelerada aos US$ 73,80 apresentando 0,5 % de alta ( teve gente na semana passada que jurou QUEDA BRAVA...) e apresentando nos níveis de US$ 74,00 uma possível resistencia...

Futuros do S&P 500 a 1463,25 ( -0,09%) e Djia a 13.262 ( já bateu 13.295 bps - ps: Gap aberto a 13.311) .

Por aqui, a BM&F anunciou que fará, no dia 26/09, o primeiro leilão público de créditos do carbono do mundo desde que esse mercado entrou em vigor, com a ratificação do Protocolo de Kyoto, em fevereiro de 2005.

Bons negócios !


quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Bovespa prepara sua abertura de capital

29.08.2007 08h39

Por: Agência Estado

O processo de desmutualização da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) foi aprovado em assembléia realizada ontem com corretoras que são membros da instituição. O processo prevê a transformação da Bolsa de uma sociedade fechada sem fins lucrativos em uma sociedade por ações (S/A). A desmutualização é o passo mais importante para a abertura de capital.

A precificação da Bovespa, ou seja, o quanto o mercado está disposto a pagar pelas ações, será apresentada pelo banco coordenador da operação, Goldman Sachs, às corretoras no dia 24 de setembro. Estima-se que o valor de mercado da Bolsa esteja entre R$ 9 bilhões e R$ 11 bilhões. A assembléia realizada ontem aprovou a criação de uma holding (Bovespa Holding) que irá incorporar a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e a área operacional da Bolsa.

Segundo essa nova estrutura, os títulos patrimoniais da Bolsa serão convertidos em ações ordinárias da Bovespa Holding. Essa empresa realizará uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e será listada no Novo Mercado. Na assembléia, o presidente do conselho da Bolsa, Raymundo Magliano Filho, foi reeleito por mais um mandato, com Nelson Spinelli como vice.

Contratos em Aberto


Sorrateramente percebo redução na pressão vendedora e sútil aumento nos contratos de compra...


Quem e Quando ?


São nada menos do que 87 novas companhias abertas na Bovespa num prazo inferior a quatro anos. Outras 18 companhias aguardam em fila o aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para ir a mercado, considerando as emissões de ações locais e externas.


Por fim, há ainda mais de uma dezena que precisou se preparar antes de captar recursos na bolsa, dentre as companhias que já possuíam registro de aberta mas não estavam estruturadas como tal.


Diante desse cenário, fica mais fácil compreender porque elas se queixam de que falta mão-de-obra qualificada para lidar com o exigente universo do capital aberto.


Continua ... Valor Economico

Barômetro Financeiro

Olá a todos !

Ontem pelos lados Americanos foi anunciado que as vendas de casas usadas nos Estados Unidos caíram 0,2% em julho, nível mais baixo desde novembro de 2002. No mesmo mês, os estoques de imóveis à venda subiram 2,2%.
Já viram o estrago...

Pelos lados orientais, ocorreu tudo como previsto... Fortes gaps baixistas...

Japão abriu em forte queda com o índice Nikkei 225 em perda de 2,52%, porém, durante o dias, recuperou-se para fechar ainda com uma queda de 1,69%.

Já na Australia, os 15 primeiros minutos foram de verdadeira pressão... com uma queda superior a 3,10%... durante o dia até recuperou-se, com a mídia local divulgando inf. sobre o respaldo do Banco Central ... mas encerrou em queda de 2,99 %

O Kospi (Korea) abriu com uma queda de 3% mas encerrou com perdas de apenas 0,17%, sendo a melhor de todas as recuperações...

E nas Oropas... Após as aberturas "sangrentas", na 2a. hora de pregão, iniciou-se uma recuperação, a ponto de operarem levemente positivas, acima dos fechamentos de ontem. Parece que por lá, pelo menos por enquanto, chega-se a um consenso de que o setor Bancario é o foco dos problemas, e a aposta é que a situação se reverta sem maiores estragos por lá... ( A Merrilicho rebaixou o setor ontem...)

O petroleo (light) está cotado a US$ 72,00 alta de 0,41% (pelos motivos expostos ontem) , Ouro e Prata estáveis...

Por aqui, permaneceremos a mercê do humor da "matriz"...
Bons negócios !


terça-feira, 28 de agosto de 2007

Por lá... só está começando...

Vejam essa mensagem sobre as ADR's Chinesas :

Asian Stocks Drop in U.S. Trading; China Telecom, Sinopec Fall
By Lu Wang

Aug. 28 (Bloomberg) -- Asian stocks trading in the U.S. fell the most in a month after U.S. consumer confidence had its biggest decline in two years.

China Telecom Corp. paced declines after its profit missed analysts' estimates while Sinopec Shanghai Petrochemical Co. slipped after it posted losses processing crude oil.
The Bank of New York Co.'s Asia ADR Index, tracking the region's American depositary receipts, dropped 3.2 percent to 155.20, the biggest loss since July 26. The China ADR index slumped 7.9 percent after a seven-day, 29 percent rally.

An index of U.S. consumer confidence declined to 105 from 111.9 in July, New York-based Conference Board reported. Economists surveyed by Bloomberg News forecast the index would slip to 104 from an originally reported July reading of 112.6.

China Telecom dropped $4.89 to $54.33. The nation's biggest fixed-line phone operator reported second-quarter profit of 5.68 billion yuan ($751 million), missing analyst's expectation for 5.9 billion yuan, after mobile-phone operators lured users by cutting fees. Smaller rival China Netcom Group Corp. (Hong Kong) Ltd. slipped $4.46 to $46.52.
Shares of mobile-phone companies also fell. China Mobile Ltd. tumbled $5.30 to $61.73 while China Unicom Ltd. slumped $1.76 to $17.18.

Sinopec Shanghai tumbled $7.95 to $67.80. The unit of Asia's biggest oil refiner said it made losses processing crude oil in June and July because of higher raw material costs and government caps on fuel prices. China Petroleum & Chemical Corp., the parent company, fell $7.84 to $102.65.

Cnooc Ltd., China's largest offshore oil producer, slipped $10.38 to $113.85. PetroChina Co. declined $10.34 to $139.39.

Nikkei 225 Stock Average futures expiring in September were at 15,900 in Chicago and 16,270 in both Singapore and Osaka.

To contact the reporter on this story: Lu Wang in New York at lwang8@bloomberg.net Last Updated: August 28, 2007 17:07 EDT

Uma visão lá de fora...


The pattern is a little confusing right now....this happens from time to time. It will be cleared up soon. Perhaps by next week, just after Labor Day when the Traders return from Vacations.

After having the large spike down on huge volume the Q's have rallied right back up to their 50 dma. Now its a wait and see game. It would appear that the bulls are losing interest in this rally as the volume has been steadily falling for the past 6 sessions.

One more minor push up and we'll have a parallel channel line in place. For now we dont.

Going forward, if the Bulls have control of this market the next pullback will be on light volume and a higher low will be made.
If on the other hand the Bears have control the volume should increase on the down days and we should be looking for a retest of the early August lows. For now it just needs time to work itself out.

Fonte : www.hotstix.com

Contratos em Aberto







Barômetro Financeiro


Buenas !


As Bolsas Orientais refletem as incertezas quanto ao texto a ser divulgado hoje pelo FED. Japão e Australia com pequenas quedas, porém Hong Kong (-0,91%) e Jacarta (-0,72%).

Por lá, o Bacen Japones divulgou a Ata da Reunião de Julho, onde fez menção aos futuros impactos da crise subprime no mercado americano e mundial.

Os exportadores tais como Sony tiveram perdas significativas graças a desvalorização do Yen.

Isso leva o investor global a temer que o mercado Imobiliario americano venha a atrapalhar o crescimento uniforme da economia, ameaçando a estabilidade financeira entre oferta e procura.

Na Europa, depois do relatório do Banco Barclays, o clima é também de preocupação, e por lá as Bolsas começam o dia em baixa forte ( França -1%; Euronext -0,93%; Alemanha - 0,38%; Inglaterra - 0,62 % e Suecia - 0,75%).

No mercado de petróleo, os preços estão estáveis hoje, porém, com perspectiva de altas, por conta da expectativa da redução dos estoques americanos, a redução de produção Texana e a próxima reunião da OPEP em Setembro.

Por aqui, percebe-se o natural receio dos investidores, refletido no Volume negociado na data de ontem, e apresentando a ansiedade sobre os próximos passos da economia Golbal como um todo ...

Bons negócios !



segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Contratos em Aberto


Barômetro Financeiro

Bom dia a todos !


O mercado asiático começou a semana em alta com HK e China batendo novos recordes. Os setores de mineração, BHP subiu 2,7% e Rio Tinto 2,90%, financeiro e siderúrgico, Posco subiu 4,5% foram os destaques. No Nikkei o destaque foi a Honda e a substituição do Ministro das Finanças não produziu impacto relevante.


A Europa abriu em alta que neste momento é menor no reflexo dos futuros americanos que operaram em baixa desde a abertura. O anúncio da compra da Stelco canadense pela americana US Steel impactou positivamente o setor siderúrgico.


Após os bons números de sexta-feira o mercado começa a semana na expectativa de mais um indicador do setor imobiliário, as vendas no mercado secundário cuja expectativa é de 5,70 milhões de unidades o que representa um recuo de 0,90% em relação a junho.


A julgar pelos últimos doze meses, a surpresa positiva na venda dos imóveis novos não é garantia de um número também positivo hoje. Entre julho de 2006 e junho de 2007 as vendas de imóveis usados acompanharam a tendência dos imóveis novos em 6 vezes divergindo nos outros 6.


No fim de semana o destaque ficou com Larry Summers, ex Secretário do Tesouro, que em entrevista a rede ABC avaliou que o risco de uma recessão é o maior desde 2001, mas, disse que isso não significa que a retração irá de fato acontecer.


A divulgação da venda de imóveis usados às 11h00 será tão ou mais importante que a de
imóveis novos na sexta embora seja importante fazer a ressalva que ambos tem uma volatilidade muito grande o que torna inadequado avaliar a tendência do setor apenas por estes dois indicadores.

A semana começa estável nas commodities com o WTI recuando 0,06% e o cobre subindo 0,30%.


Boa semana a todos !

Por Marcelo Voss


domingo, 26 de agosto de 2007

Fed e os Bonds de 10 anos...

Em breve uma decisão que pode afetar o mercado positiva ou negativamente...




Clique nas imgs e aguarde alguns segundos ...




Um bom final de semana !







sábado, 25 de agosto de 2007

Forja Taurus

Tava vendo aqui a "pintura" desse gráfico semanal (log) da Forja Taurus...

Para positions, vem sendo um excelente negócio !!!


A pernada de Agosto de 2005 até agora foi simplesmente um "tiro" !!!


DI - Janeiro 2010

Lembram-se da pressão daqueles dias ? ( clique aqui )

Segue o gráfico atualizado !


Ibovespa Dolarizado


Gráfico Diario LOG indexado ao Dolar Comercial, com resistências dadas pela LTB iniciada em 23/07, aliada a região que vai de 50% a 23,6% da expansão de queda.

Nada impossível, porém uma tarefa ÁRDUA !!!


Ibovespa x Risco Brasil

Segue a perfeita correlação ( inversa ):





Bonds Brazucas

Veja a msg anterior ( clique aqui ), e abaixo a situação atual:


sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Venda de Casas Novas


Venda de Casas Novas

Ante expectativas de 820K (770 a 860) e (1,7%) as vendas de casas novas em julho foram de 870K e 2,8% com o impacto positivo ampliado pela revisão positiva de junho de 834K para 846K.

Indicador

Mês

Efetivo

Mediana

VAR.

Anterior

US Bens Duráveis

JUL

5,9%

1,00%

(0,70)=>6,00%

1,30%

US B. Duráveis Núcleo

JUL

3,7%

0,60%

0,00=>2,00%

(1.00%)

O impacto é sem dúvida positivo. Os destaques foram os bens de capital com 8,3% e automóveis com 9,8%. No índice cheio os gastos com materiais de defesa subiram 35,7% sendo a principal variação do índice.

Barômetro Financeiro

Com exceção da China, que segue alheia às preocupações e bateu novos recordes com destaque para o CSI 300 que subiu mais de 13% na semana e 156% este ano, as praças asiáticas tiveram um dia negativo embora com fechamentos acima das mínimas.


A realização de lucros nas mineradoras e a preocupação com o impacto do subprime no crescimento econômico foram os destaques. A exposição em US$9,7 bilhões do Bank of China em títulos ligados ao subprime surpreendeu sendo a maior da Ásia. As ações do banco , que tem um valor de US$183 bilhões, caíram 5,38% em HK.


Na Europa, a abertura foi dividida com as principais praças chegando a esboçar uma reação após a primeira meia hora de sessão passando a operar em baixa com uma hora da abertura.


A preocupação com o impacto sobre o crescimento manteve os futuros americanos em baixa desde o início da sessão na expectativa do indicador de venda de casas novas que será divulgado hoje às 11h00.


Seguindo o clima de apreensão dos mercados acionários as commodities operam em baixa com o WTI cedendo 0,28% e o cobre 1,01%.


O upgrade da Moody’s foi positivo, mas tem um impacto muito limitado visto que era a agncia que estava defasada em relação às demais e o foco do momento que está no impacto do subprime no mercado imobiliário e atividade econômica.
Por: Marcelo Voss

Contratos em Aberto


Percebam o movimento de venda de contratos de compra e compra de contratos de venda ! Em um único dia, essa posição de Contratos em aberto pode virar da água para o vinho... ou para o vinagre !


Bons negócios !


quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Petrobras - Intradiario


Uma visão contemplando o canal baixista e os possíveis movimentos atrelados a rompimentos das MMe's e Volume...


Bons negócios !


Contratos em Aberto


Barômetro Financeiro

O financiamento obtido pela Countrywide acelerou a recuperação das praças asiáticas e européias com destaque para o setor financeiro onde o Mitsubishi UFJ teve alta de 4,6% e mineradoras com a BHP subindo 6,5% voltando ao nível do final de julho.



Os futuros americanos sustentaram durante a sessão asiática e abertura européia uma alta entre 0,60% e 0,80% refletindo a expressiva melhora após o anúncio do financiamento obtido pela Countrywide que além de permitir a reestruturação da empresa é uma sinalização importante para o setor que apesar do ajuste que terá que passar não gerará um impacto negativo da magnitude do esperado na semana passada.



Em relação à taxa de juros, o Fed só deverá reduzir a taxas, mesmo assim em 25 bps, caso os indicadores sinalizem uma perda de força da economia americana o que no momento ainda não esta claro.



Os metais seguem em recuperação com o cobre subindo 2,45% e o WTI 0,60%.Mais do que o rali das bolsas, a melhora sinalizada pela reestruturação da Countrywide se refletiu no mercado de cambio com o iene recuando 1,40% e o dólar australiano subindo 1,50% mostrando uma volta às operações de carry-trade surpreendente.



Creio que ainda é cedo para se avaliar o real impacto da implosão do subprime, mas, dificilmente haverá um impacto relevante, ao ponto de gerar uma crise de liquidez e/ou uma retração significativa na economia americana.
Por: Marcelo Voss


A seguir... o Lado direito do gráfico !



Bons negócios !

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Amo Muito Tudo Isso !!!

Postado na 2a. Feira...
Clique aqui


Veja abaixo o fechamento... pura sorte !!!...

Bons negócios






Barômetro Financeiro

Buenas...

Hoje tivemos a sessão mais tranqüila desde o início da crise no subprime com as principais praças operando em alta e o dólar se recuperando frente ao iene. A China foi mais uma vez o destaque com seus índices superando as baixas iniciais para fechar em novos recordes como o CSI300 que subiu 1,59% superando pela primeira vez os 5000 pontos. HK teve alta expressiva em reflexo à intenção chinesas de expandir o acesso direto de investidores locais ao mercado acionário de HK.

A abertura européia seguiu o clima positivo do mercado asiático operando em alta nas 17 praças principais. O setor financeiro e as mineradoras são destaque com a Rio Tinto subindo 2,1% e a BHP 2,7% após ter anunciado lucro recorde no segundo trimestre.

Os futuros americanos sustentam uma variação positiva e consistente desde a abertura asiática refletindo a percepção de que já há uma acomodação no subprime e que o Fed estará pronto a tomar as medidas necessárias para estabilizar os mercados e evitar um impacto no crescimento econômico.

A melhora nos mercados e a avaliação da BHP de que a demanda por metais segue forte não devendo ser impactada de forma relevante pela crise no subprime. O cobre sobe 1,8% e o níquel 2,2%.

O Light Crude Oil permanece em queda...

Em entrevista ontem Henrique Meirelles fez uma avaliação positiva, mas, cautelosa do atual movimento ressaltando a menor vulnerabilidade que o Brasil tem neste momento.

No cenário externo, a reunião ontem de Bernanke e Paulson com o presidente do Comitê dos Bancos do Senado foi positiva sinalizando que o Fed adotará as medidas que forem necessárias.

Para os ativos, creio que o cenário externo ainda exige um premio de risco maior, especialmente no mercado de cambio onde o dólar deve ficar acomodado entre R$2,00 e R$2,05 no curto prazo.
Bons negócios !!


Contratos em Aberto


Informações atualizadas...


terça-feira, 21 de agosto de 2007

Barômetro Financeiro


Bom dia...

Nas praças asiáticas que fecham antes da abertura européia o dia foi majoritariamente positivo com destaque para Austrália e Coréia que reverteram as baixas iniciais. Os índices chineses fecharam em mais um recorde com o CSI300 subindo 1,79%.

A abertura européia reverteu a sinalização de estabilidade dada pelo mercado asiático com o CAC chegando a cair 1,3% com pouco mais de uma hora de sessão para reduzir esta queda a 0,30% na hora e meia seguinte.

O setor financeiro é mais uma vez o destaque negativo permanecendo a incerteza quanto a real dimensão do impacto da crise no subprime.

Os futuros americanos confirmam que a volatilidade ainda será alta no curto prazo com o S&P variando nada menos que 20 pontos entre os 1450 das 02h20, a mínima de 1440 às 05h10 e novamente 1450 às 06h40.

O anúncio feito pela Capital One fechando sua unidade de crédito hipotecário que tinha 1900 funcionários aumentou a incerteza que é o principal combustível deste movimento. Não se deve esperar um recuo da volatilidade com estabilização dos ativos antes que o mercado consiga dimensionar corretamente o impacto do subprime.

Após uma sessão tranqüila na Ásia, a volatilidade voltou apartir da abertura européia atingindo não só o mercado acionário como também, e principalmente, o mercado de cambio.

O iene que vinha mantendo uma leve desvalorização frente ao dólar até o fechamento da bolsa de Tóquio reverteu esta tendência ganhando força após a abertura européia chegando a se valorizar 0,8% na primeira hora da sessão(Europa).

Na medida em que as incertezas sobre o “quanto e com quem” permanecem, a dimensão da crise no subprime segue alimentando este movimento que é basicamente uma crise de confiança. Como conseqüência natural temos uma maior aversão ao risco que se reflete nas posições de carry-trade.

A atuação do Fed e de outros bancos centrais fornecendo liquidez ao sistema é positiva, mas não atinge a origem do movimento, a alta inadimplência no subprime que, aliás, não será diminuída mesmo com a manutenção do atual ritmo de crescimento da economia americana.
Para uma solução desta crise no curto prazo teríamos que primeiro ter a dimensão do problema e a solução terá que passar por medidas que viabilizem a retirada de parte destes títulos do mercado.


Por: Marcelo Voss

Bons negócios

Contratos em Aberto


segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Abertura - Indice Futuro



Vamos acompanhar...




Clique e aguarde !






Bons negócios

Barômetro Financeiro


Os mercados asiáticos tiveram um rali que superou as expectativas, especialmente na China onde o CSI 300 subiu mais de 5% fechando em novo recorde histórico. HK acompanhou a alta refletindo o início de um programa piloto que permitirá que investidores chineses apliquem diretamente no exterior.

Nas demais praças, mineradoras e setor financeiro foram os destaques positivos com o Macquarie subindo 9,3%.

As bolsas européias abrem também em alta com destaque para o setor financeiro cujas ações estão com preços atraentes.

Dado o primeiro passo que cortou o círculo vicioso de contaminação do subprime nos demais ativos o Fed agora terá o tempo para avaliar a real dimensão do problema e seus reflexos na taxa de crescimento tomando as medidas necessárias.

Os futuros americanos seguem voláteis tendo operado em queda até a metade da sessão asiática se recuperando e opera agora estável (S&P500).

A mudança de trajetória do furacão Dean, que não deverá atingir a região produtora no Golfo do México, leva o petróleo a cair 1,31%.

Nos metais o cobre segue em recuperação com alta de 1,73%.

Por: Marcelo Voss

Boa semana e bons negócios !!!

domingo, 19 de agosto de 2007

Contratos em Aberto


Macaroni per tutti la famiglia !!!


Essa é para meu amigo GiaMa na Italia, que (se não for pedir muito ...) poderia dar sua contribuição !!!
Grande Abraço ...
Bancotario


Nossas ADR's

Esta é uma atualização da mensagem postada em Novembro do ano passado... (clique aqui)

Abaixo, a composição dos atuais ativos:

O Dow Jones Brazil Titans 20 ADR Index faz parte do conjunto de índices Dow Jones Country Titans, pertencente à família de índices Dow Jones. O objetivo desses indicadores é servir de base para produtos atrelados a índices, especialmente no caso de derivativos e de fundos com cotas negociadas em bolsa. Os índices Dow Jones Titans foram criados para otimizar fatores de grande relevância em índices passíveis de investimento: liquidez, giro, custos de transação e erro de descolamento em relação a índices referenciais de mercado amplo (broad market).

Os índices da família Dow Jones Country Titans são:

• Dow Jones Australia Titans 30 Index (Austrália)

• Dow Jones Brazil Titans 20 ADR Index (Brasil)

• Dow Jones Canada Titans 40 Index (Canadá)

• Dow Jones France Titans 30 Index (França)

• Dow Jones Germany Titans 30 Index (Alemanha)

• Dow Jones Hong Kong Titans 30 Index (Hong Kong)

• Dow Jones Italy Titans 30 Index (Itália)

• Dow Jones Japan Titans 100 Index (Japão)

• Dow Jones Netherlands Titans 30 Index (Holanda)

• Dow Jones RusIndex Titans 10 Index (Rússia)

• Dow Jones South Africa Titans 30 Index (África do Sul)

• Dow Jones Spain Titans 30 Index (Espanha)

• Dow Jones Sweden Titans 30 (Suécia)

• Dow Jones Switzerland Titans 30 Index (Suíça)

• Dow Jones Turkey Titans 20 Index (Turquia)

• Dow Jones U.K. Titans 50 Index (Reino Unido)


Como o índice Dow Jones Brazil Titans 20 ADR se baseia nos preços de ADRs, sua atualização ocorre somente quando as bolsas dos Estados Unidos estão abertas.

O índice começa a ser calculado quando é divulgado o primeiro preço oficial de abertura de uma das ações que o compõem. Até que determinada ação seja negociada no dia, utiliza-se em seu cômputo o preço de fechamento ajustado dessa ação do dia anterior.

Se a negociação de uma ação for interrompidadurante um pregão, o preço de seu último negócio será usado no cálculo dos números-índice subseqüentes, até que a ação volte a ser negociada. Caso a negociação seja suspensa antes da abertura do pregão, será utilizado no cômputo do índice o preço de fechamento ajustado do dia anterior.

Excluem-se ações que não tenham registrado negócios em dez dias ao longo do último trimestre, exceto nos casos em que deixaram de ser negociadas devido a uma situação temporária. As ações que não sejam negociadas durante dez dias consecutivos são revisadas e, possivelmente, eliminadas de imediato.

A elegibilidade das ações também é revista quando a companhia é suspensa dos pregões ou entra em regime de falência ou em processo de aquisição/fusão com outra empresa.
A lista de seleção do índice Dow Jones Brazil Titans 20 ADR é formada pelas 40 maiores companhias brasileiras listadas em ADR com base em capitalização de mercado com ajuste em função de quantidade negociável. A quantidade de ações na lista de seleção poderá estar sujeita ao número de empresas brasileiras listadas em ADR, mas não poderá ultrapassar 40, ou duas vezes o número de companhias que compõem o índice.

Agora, vejamos o gráfico atualizado após esses últimos movimentos...

Gosto ( e muito ) dessas médias móveis ! E asseguro, não foram escolhidas aleatoreamente ... e fico feliz por estar vendo por aí muitos grafistas utilizando-as...
Um bom final de semana !!!








Contax

Até que deu um belo "caldo" , heim ???

Clique aqui para ver a análise de Maio deste ano...


... e abaixo a situação atual, sendo a MMe de 80 períodos testada como suporte...

Spreads

Uma comparação iniciada em 06/02/07 ( clique aqui ) com a atualização gráfica logo abaixo:


Gráfico Diario - Linhas (LOG) - Spreads (R$) entre Petr4 e Vale5

Petrobras - Intradiario

Grafico LOG, 210 " Canal e aproximação nos %s de queda...


Clique na img e aguarde alguns segundos...



Indice Futuro

Na última postagem datada de 23/06 ( clique aqui ), dentre outras citações, mencionamos :

"Mas na minha opinião, a melhor conclusão deste estudo, fica para as regiões circularizadas ( em branco ), onde temos 38,2% da retração da grande queda desde Julho de 1997 ( ... e la se foram 10 anos ! ).

... temos aí uma região que será uma verdadeira "pedreira", pois os grandes players (Bancos), precisariam de um forte motivo para "virarem a mão" e partirem para a recompra ( quem sabe quando obrivermos o Investment Grade ?)...

...Pois é... por ser um estudo mensalizado, não são reações esperadas para o curtissimo prazo, por isso, cabe a nós nos mantermos de pé encima da prancha e surfar essa grande onda que é a Renda Variável !..."

Segue dois pequenos vídeos ( clique na img e aguarde ...) demonstrando a situação Mensal, semanal e diaria...

"Há horas para se comprar, há horas pra vender e há horas pra simplesmente apreciar..."

Um bom final de semana !






sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Indice Futuro

Boa tarde a todos...

Neste final de semana estarei atualizando esse gráfico Mensal e mais do que isso, dando um pitaco sobre a situação até essa primeira quinzena...

Lembro a todos que o gráfico do índice virá "ajustado" dado o último vencimento de 4ª Feira...

Mas peço que procurem interpretar as "entrelinhas" descritas e depois vamos buscar elucubrar sobre as atuais variáveis.

Um bom final de semana...

Amo Muito Tudo Isso !!!


A partir de hj, utilizando este título, passo a demonstrar os objetivos das expansões atingidas...


Indice Futuro, LOG, 60 minutos.


Expansão de queda (100%) precisamente atingida !!!


Barômetro Financeiro


Bom Dia...


Os mercados asiáticos viveram mais um dia de turbulências, desta vez originada claramente no mercado de cambio onde um forte fluxo de zeragem, de operações de carry-trade levou a desvalorizações expressivas das principais moedas da região.

Hoje a China acompanhou o movimento com o Shenzhen B (ações cotadas em dólar) recuando 7,58%.

O mercado europeu abriu com forte baixa nos primeiros minutos recuperando logo após com o destaque positivo para o setor bancário.

No mercado de cambio, o dólar australiano é o destaque negativo com queda de 2,02%.

Mais do que a incapacidade das agências de classificação de anteciparem movimentos de correção ou bolhas especulativas como a “pirâmide” dos subprime o atual movimento é uma reprecificação de riscos que vinham sendo subestimados em todos os ativos graças à abundância de liquidez nos mercados.

No caso das agências que agora estão sendo postas em cheque, basta olhar movimentos passados que veremos que sempre foram e serão “profetas do passado”.

Em relação às soluções possíveis para que este movimento de realinhamento de prêmios não se transforme em uma crise sistêmica capaz de afetar de forma relevante o crescimento econômico temos basicamente três opções:

A primeira é a injeção de liquidez, que os BC´s já estão fazendo, buscando evitar um estrangulamento da liquidez que aumenta a contaminação ao crédito de forma geral.

Em um segundo momento os BC´s podem optar por pacotes de refinanciamento e/ou reduções de juros para estabilizar o sistema.

Simples na teoria, na prática há um importante complicador que é dimensionar de forma correta a extensão do problema e o risco que dele advém.

Esta segunda fase de atuação os BC´s buscam o equilíbrio entre não beneficiar a subestimação do risco que é de responsabilidade dos agentes privados e o ponto onde este ajuste coloca em risco o potencial de crescimento daí a importância do dimensionamento.

No atual estágio deste movimento creio que já chegamos na hora desta segunda fase visto que as injeções de liquidez não estão dirimindo a desconfiança que alavanca a volatilidade e a aversão ao risco que acabam se distanciando dos fundamentos das economias e empresas.

Em termos de risco inflacionário creio que o Fed já teria a segurança necessária para uma redução temporária dos juros que tem eficácia imediata , mas, traz um risco maior a médio prazo com um aquecimento excessivo da economia.

Como em 1984 e 1990, quando tivemos realmente graves crises no setor hipotecário, um pacote de refinanciamento que equacione a questão dos subprime me parece a medida mais adequada ressaltando que deve ser acompanhada de uma evolução da legislação buscando uma melhor regulamentação para evitar nova bolha. No caso do subprime, a bolha tem causa clara na legislação permissiva como no caso da Califórnia.

Os ativos brasileiros, especialmente cambio e ações, terão mais um dia volátil seguindo o cenário externo. ( Por Marcelo Voss)

Um bom final de semana !

Contratos em Aberto


Estrangeiros mantem posição vendida, porém ontem aumentaram posição de compra em 6781 contratos.


quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Netc


Gráfico Semanal... LOG
Somente uma atualização com expansão da perna de alta atingida ( clique aqui ).
-Pull back nos 100% da projeção "beliscada" hoje...

quem mordeu... para day trade /swing se deu bem... e saiu até antes do esperado !

Essa é apenas mais uma técnica de operar por expansões...






Como funciona ...

... o CIRCUIT BREAKER ?


3.22 - O quanto um índice pode cair ?A BOVESPA não fixa um limite de queda para os índices que calcula. No entanto, a Bolsa adota para o Índice Bovespa um mecanismo chamado de "interruptor de circuito" ("circuit breaker"), que consiste na interrupção das negociações quando o Ibovespa atinge um determinado percentual de queda.

Esse parâmetro foi determinado de acordo com a volatilidade histórica do índice. O mecanismo de "circuit breaker" tem o objetivo de amenizar quedas do mercado em situações que se mostram anormais, e, portanto, deve ser utilizado apenas nessas situações atípicas pois seu uso freqüente pode acabar elevando a volatilidade do mercado, gerando um efeito inverso ao pretendido.

O "circuit breaker" é ativado tomando por base o valor de fechamento do Ibovespa do dia anterior, da seguinte maneira:- interrupção de meia hora para uma queda de 10% no índice;- interrupção adicional de uma hora se o índice cair mais 5% após a reabertura (completando uma queda total de 15%).

Por fim, vale ressaltar que a BOVESPA assegura um período de 30 minutos de negociação contínua no final da sessão regular, de modo a possibilitar que compradores e vendedores ajustem suas posições.


Abcs

DI - Janeiro 2010


Percebam a força do movimento desta última semana...


Mini Indice


Intradiario - LOG


"Ajustado" após o vencimento de ontem...


Hoje abrimos em forte gap ( abaixo do topo anterior ) na região dos 49.000...


Suporte intermediario pela projeção da expansão da queda "segurou" nos 47.000...


Parece aquela história de fila para entrar no show... abre a porta... passa por uma "revista" e sai correndo pra perto do palco... sorte de alguns que conseguem o gargarejo... outros ainda estão na "espera"...


Analysis from FORTUNE:

Artigo publicado ontem traz uma análise de 10 pontos sobre a crise no subprime

Credit contagion

Is the worst over? Fortune's Peter Gumbel offers a 10-point guide to understanding two harrowing weeks - and what's likely to happen next.

PARIS (Fortune) -- Relax! There's really no need to panic! That's the soothing message being put out this week by key players in financial markets after two harrowing weeks in which credit markets in Europe all but dried up, prompting massive injections of funds into the system by the European Central Bank, the U.S. Federal Reserve and the Bank of Japan.

Overnight borrowing rates have come back down after spiking wildly and stock and bond markets have been bouncing back around the world. The European Central Bank, which continued to inject funds into the market on Tuesday, albeit less than one-tenth the amount at the peak of the crisis last week, says that money-market conditions are "normalizing." And Tuen Draaisma, Morgan Stanley's chief European equity strategist, for one, recommended in a note to clients that they should go "overweight" in equities because "we may already be at the point of maximum bearishness and uncertainty, which by definition is the right moment to buy."
So is the worst over? Even the most die-hard optimists concede that it'll take a lot more than a few days of calm to restore confidence among financial institutions and retail investors. "The market is concerned pretty much across the board," says Gerry Rawcliffe, a managing director in the banking group at Fitch Ratings in London.
Here's a 10-point guide to what we know and don't know about the troubles, and what the repercussions are likely to be:
Why did America's subprime mortgage woes have such a big impact on world financial markets?
Because these mortgages were lumped together in packages and sold as asset-backed securities all over the world, particularly in Europe. Often the initial securities were themselves put into new packages, leveraged up and resold as so-called collateralized debt obligations (CDOs). They are a sort of derivative play on the underlying mortgages, just as futures and options are a play on stocks and commodities. Big banks have whole securitization departments who create these instruments. They do so to profit from the difference between the long-term returns these investment vehicles produce and their more plain vanilla short-term borrowing, and to earn fees.
Who bought them?

Everyone, and that's the problem. The CDO market has exploded in recent years: More than $100 billion worth of structured cash CDOs were issued in the fourth quarter of last year alone, according to CreditFlux Data+, a London firm that tracks them (and that doesn't include the even more arcane "synthetic" CDOs). Banks, institutional investors and hedge funds have been the main customers, but some retail investors have also bought into them through the asset-backed securities, or ABS, funds that some of the biggest European banks sell to the public. Everyone who bought these securities was given the same pitch, namely that they were a relatively safe bet, since much of the paper had AAA ratings, but offered higher returns than regular corporate bonds.

So what went wrong?
The number of delinquencies in the U.S. subprime mortgage market has been rising and is now substantially larger than anyone expected - about 14 percent of the total, up from about 10 percent in 2004 and 2005. That means there's a strong likelihood that some of the securities holders, especially those where the underlying mortgages were taken out in the past couple of years, are sitting on losses.
Those troubles have been massively compounded by the aggressive use of leverage in CDO packages. When U.S. blue chip financial players like Bear Stearns and then a variety of European banks began reporting problems, panic quickly gripped the markets. That turned into a vicious circle: These debt instruments have now become impossible to price because nobody wants to buy them any longer. And since they can't be priced, the size of the losses aren't clear, which in turn has given rise to more rumors about financial players in trouble. Banks in continental Europe especially simply stopped lending to one another, which is why the liquidity dried up in the credit markets as a whole and the European Central Bank had to jump in.
How big is the problem, really?
Nobody is quite sure. Patrick Artus, an economist at Natixis in Paris, reckons the total damage inflicted by subprime woes is a relatively manageable $45 billion, which is the difference between the expected rate of mortgage delinquencies and the current much higher rate. Another French bank that is an important player in the derivatives market, Sociéte Générale, reckons that even if things really turn sour, the worst will be losses of about $100 billion. That may sound like a lot, but it's the equivalent of about 1 percent of the total market capitalization of the S&P 500.

Such calculations highlight the real issue here, that the panic has been due more to a collapse of confidence than to any financial cataclysm. "We're still primarily looking at a liquidity crisis rather than a credit or a solvency crisis," says Fitch's Rawcliffe.
Is it really over?
No. The market "remains very, very fragile," says a top executive at one of the leading European banks. Some confidence has been restored into the international banking system and its overnight lending patterns by the big injections of central-bank funds, but nobody has yet dared to start buying that subprime paper in any sizeable quantities. And because there's so little transparency about who is sitting on what size losses, the rumors continue to swirl.

Nouriel Roubini, an economics professor at New York University's Stern School of Business, who has long warned about the risk of financial contagion, reckons some other parts of the U.S. housing market including home equity loans and second mortgages are starting to display what he calls the same "toxic characteristics" as the subprime sector. More optimistically, Neil McLeish, the chief European credit strategist at Morgan Stanley, says that, "we have passed the absolute peak of that anxiety and uncertainty." But even he believes that credit market conditions will be more difficult in the coming months and, "there is still some risk of additional volatility" at least for the next month or so.
Who are the biggest casualties?
Banks and financial market players across the world are starting to come clean about their exposure and losses, partly in order to help restore confidence in the market. The losses incurred by Wall Street titans Bear Stearns (Charts, Fortune 500) and Goldman Sachs (Charts, Fortune 500), which this week announced it is putting $2 billion into one of its hedge funds, have received the most publicity. Outside the United States, firms such as insurer AXA (Charts) and BNP Paribas in France have frozen or shut problem funds, while a range of banks including NIBC of the Netherlands and Commerzbank in Germany have detailed their exposure and expected losses.

The biggest international victim to date is a mid-sized German bank called IKB Deutsche Industriebank that its peers, including a government-owned bank, stepped in to rescue earlier this month, taking over $11 billion of credit lines and putting up a $4.7 billion funding package. IKB had been an aggressive player in the CDO market, through two off-balance sheet firms that it used to pump up its commission income and advisory fees. In the end, its exposure to dodgy securities through these two firms far exceeded the bank's liquidity and equity capital.
Is anyone safe?
Not completely, but barring some huge problem nobody yet knows about, major banks seem in the best position to weather this storm because they have the strongest balance sheets and are able to refinance their operations most easily thanks to the extra liquidity that central banks have put into the market in the past week. "Being a bank and having access to the central bank (credit) windows is key at the moment," says the top European banker.

Hedge funds are another story, as the Goldman Sachs-run one that was bailed out this week shows, although some of these funds foresaw the troubles and have been aggressively shorting the subprime sector and any securities relating to it.
Why didn't central banks cut interest rates in response?
Some critics of the European Central Bank, especially in France, are saying that its interest rate policy, which has consisted of regular rate hikes to counteract inflation, has partly fueled this crisis. "One can ask if the ECB isn't becoming a prisoner of its rate-increase strategy," Thierry Breton, the former French finance minister said this week. But bank economists are generally more supportive and say that the ECB acted smartly with its three consecutive days of huge money-market interventions - the biggest of which was a whopping $130 billion injection last Thursday. "It's a demonstration of the financial system operating as it should," said James Nixon, a London-based economist at France's Société Générale, who says that the troubles primarily affect the financial sector rather than the wider economy.

While the Fed did cut rates in 1998 during the last derivatives meltdown, involving Long Term Capital Management, central banks may not need to this time if markets continue to calm down. Indeed, the big question now is whether the ECB and the Bank of Japan will go ahead and raise rates in the next month, as they had signaled before the crisis. Roubini isn't sure, and thinks that the Fed may well move to reduce U.S. rates quite soon. "The likelihood of a cut in rates is now much higher," he says.
What does this mean for the world economy?
So far, not all that much - but keep your fingers crossed. Growth in Europe and Asia remains buoyant, even if the U.S. outlook is unclear. Some borrowing by companies and individuals is bound to get more expensive as markets adjust and restore a risk premium. But "it's not obvious that the repricing will lead to an economic slowdown," says Société Générale's Nixon, although there's a possibility that Britain's economy, which has thrived because of its heavy dependence on financial services, may be vulnerable. Roubini thinks the United States will bear the brunt of what he sees as an inevitable slowdown of consumer spending related to the housing woes, and reckons that this could ultimately spill over to the global economy if it's sufficiently severe. "The effect on the real economy in the rest of the world depends on whether there's a hard landing in the U.S." he says.

Will there be any regulatory fall out?
This is almost inevitable, especially in Europe where it's now clear that many of the purchasers of these securities didn't fully appreciate the risks they were taking. Look for the first moves to come in Germany, where bank bail-outs are exceedingly rare. The last time a bank got into serious trouble there was in 1974, when the Herstatt Bank collapsed after some disastrous forays into foreign-exchange trading that bear some similarity to IKB's woes. Regulators quickly followed up with an overhaul of the national banking system. It's not clear that IKB's rescue will have the same dramatic repercussions, but it's already prompting tough questions about how a mid-sized bank could end up with such an enormous exposure to risky assets via an off-balance-sheet firm.

"I suspect that at the end of this, regulators will ask themselves if this very rapid expansion (of transactions involving asset-backed securities) has been a good thing for banks, or if the risk comes back to haunt you," says Fitch's Rawcliffe. Watch also for credit agencies to come under pressure to do a better job at assessing the market risk of exotic financial instruments.

Contratos em Aberto

Srs...

Bom dia...

Atenção com o movimento na data de ontem ( vencimento )...
Redução da exposição vendida MUITO FORTE...

...mas pra mim pode ter sido apenas "rolagem"...

Abcs e bons negócios !!!





Dúvidas ou Sugestões ???

Fique a vontade pra me mandar uma mensagem:
bancotario@hotmail.com