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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

CRB - Commodities Index

Esta é uma mensagem de Setembro de 2007 (Clique aqui)

Vejam a situação atual... e ...

Um Bom Final de Semana !

Clique para Ampliar



domingo, 20 de abril de 2008

CRB - Commodities


Gráfico Semanal - LOG


Firme, Forte e Saudável !!!


segunda-feira, 17 de março de 2008

Commodities


Indice CRB (veja últimas expansões Mensais aqui ) e abaixo, o gráfico Semanal, com o detalhe (zoom) de um candle diario S I N I S T R O !!!



terça-feira, 8 de janeiro de 2008

CRB - Commodities




Gráfico Mensal Log

3ª Feira ... poucos dias úteis nesse mês de Janeiro e um fechamento recorde...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Commodities

Lembram-se dos comentários sobre o CRB, postados no inicio de Novembro ? (clique aqui)


Confiram o gráfico semanal LOG atualizado e percebam a região em que se encontra a cotação... temos hoje ainda para encerramento do candle !


BRUXARIA !!!



domingo, 11 de novembro de 2007

Commodities


Há muito, não postava o gráfico do CRB...

No gráfico Semanal, podemos visualizar o cumprimento de 100% da projeção da expansão de alta nos níveis de 355bps com um belo "doji"...

A seguir, cenas dos próximos capítulos...



terça-feira, 18 de setembro de 2007

Commodities

Muita gente nova acesando o Blog e decidi por reproduzir um texto postado por mim em Novembro do ano passado (clique aqui ), que de qualquer forma, é interessante para aqueles que não conhecem a representatividade desse índice no contexto Mundial...

"...O termo commodity aplica-se àquelas mercadorias cujo preço é determinado em bolsas de mercadorias. São produtos de qualidade uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores.

Commodities são produtos "in natura", cultivados ou de extração mineral, que podem ser estocados por certo tempo sem perda sensível de suas qualidades, como suco de laranja congelado, soja, trigo, bauxita, prata, ouro, aço e o petróleo entre tantos outros.

Vamos tentar aqui explanar um dos motivos que me levou a ponderar o CRB nas Elucubrações nos últimos 18 meses... Com a espantosa recuperação dos preços, foi uma surpresa para maior parte dos analistas, economistas e investidores, o desempenho desse índice nos últimos tempos!No final de 2005, o índice de preços do Commodity Research Bureau, conhecido como CRB Index, ultrapassou caprichosamente as máximas registradas no princípio da década de 1980. Na terceira semana de Maio de 2006, o CRB Index aumentou mais que 12%.

Por trás do aumento no inicio deste ano no CRB Index houve um verdadeiro rallye de preços em determinados produtos. Até os primeiros cinco meses de 2006, os preços do petróleo bruto tinham aumentado perto de 14%, seguidos por altas no milho e no trigo da ordem dos 10 %.

O incremento de preços para as demais commodities ultrapassou de longe os ganhos do petróleo e dos cereais.Tivemos ainda os preços do zinco, que praticamente duplicaram naqueles últimos cinco meses, o cobre, que subiu perto de 80%, a prata, 60% e o paládio 50%, estanho e ouro 40%, alumínio e platina (35%).Os preços para as demais commodities, incluindo chumbo, ferro e sucata de ferro seguiram um padrão semelhante ao longo deste ano.

Apesar destas commodities terem os mais variados usos possíveis, desde a indústria à produção alimentar, todas elas têm uma característica comum: são cotadas e comercializadas internacionalmente em dólares dos EUA..Com os impactos da desaceleração global no mercado de commodities, provavelmente os efeitos serão menores caso economia americana tenha a tão esperada queda suave, e a China mantenha seus níveis de consumo.

O índice CRB que apura o desempenho das commodities despencou cerca de 20% desde que atingiu seu recorde, em Maio último. O preço do petróleo caiu 28%, após a cotação recorde em 10 de Julho, e o gás natural (futuro) acumula uma queda de 27 % neste ano.Você imaginava que apenas no primeiro semestre, as exportações de commodities brasileiras responderam por 41% das receitas (equivalente a quase 6% do PIB brasileiro) ?

Será que o eventual ajuste global vai atingir as commodities metálicas com mais impacto do que os outros produtos ? Olha que interessante: a forte demanda chinesa puxou os preços dos metais durante três anos, mas a oferta não respondeu na mesma intensidade devido à infra-estrutura que precisa ser montada para a obtenção de tais itens como minas, sistemas de extração, tratamento, entre outras exigências.

O tempo médio para que a produção passe a ser comercializada oscila entre dois e três anos. Quando a oferta é atendida, os preços voltam aos patamares marginais.
Assim, mesmo que a China mantenha seus níveis de demanda, o avanço da oferta vai reduzir o preço.

É para se pensar..."

segunda-feira, 16 de julho de 2007

CRB


Atualizando o gráfico da última semana ( clique aqui ) tivemos o rompimento da resistência dada pela retração de 62% da grande queda e coincidentemente 62 % da alta dada pelo fundo mais baixo.


O IFR acelerado sinaliza que "sentiu" esse baque, porém, permanece num trending altista para médio prazo...

domingo, 8 de julho de 2007

CRB - Semanal - LOG


Commodities Semanal - LOG

Resistências a vista nos 322,30, cujo rompimento, poderia acelerar o movimento !!!

Vou reproduzir um texto postado por mim em Novembro do ano passado (clique aqui ), que de qualquer forma, é interessante para aqueles que não conhecem a representatividade desse índice Mundial...

"...O termo commodity aplica-se àquelas mercadorias cujo preço é determinado em bolsas de mercadorias. São produtos de qualidade uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores.

Commodities são produtos "in natura", cultivados ou de extração mineral, que podem ser estocados por certo tempo sem perda sensível de suas qualidades, como suco de laranja congelado, soja, trigo, bauxita, prata, ouro, aço e o petróleo entre tantos outros.

Vamos tentar aqui explanar um dos motivos que me levou a ponderar o CRB nas Elucubrações nos últimos 18 meses... Com a espantosa recuperação dos preços, foi uma surpresa para maior parte dos analistas, economistas e investidores, o desempenho desse índice nos últimos tempos!No final de 2005, o índice de preços do Commodity Research Bureau, conhecido como CRB Index, ultrapassou caprichosamente as máximas registradas no princípio da década de 1980. Na terceira semana de Maio de 2006, o CRB Index aumentou mais que 12%.

Por trás do aumento no inicio deste ano no CRB Index houve um verdadeiro rallye de preços em determinados produtos. Até os primeiros cinco meses de 2006, os preços do petróleo bruto tinham aumentado perto de 14%, seguidos por altas no milho e no trigo da ordem dos 10 %.

O incremento de preços para as demais commodities ultrapassou de longe os ganhos do petróleo e dos cereais.Tivemos ainda os preços do zinco, que praticamente duplicaram naqueles últimos cinco meses, o cobre, que subiu perto de 80%, a prata, 60% e o paládio 50%, estanho e ouro 40%, alumínio e platina (35%).Os preços para as demais commodities, incluindo chumbo, ferro e sucata de ferro seguiram um padrão semelhante ao longo deste ano.

Apesar destas commodities terem os mais variados usos possíveis, desde a indústria à produção alimentar, todas elas têm uma característica comum: são cotadas e comercializadas internacionalmente em dólares dos EUA..Com os impactos da desaceleração global no mercado de commodities, provavelmente os efeitos serão menores caso economia americana tenha a tão esperada queda suave, e a China mantenha seus níveis de consumo.

O índice CRB que apura o desempenho das commodities despencou cerca de 20% desde que atingiu seu recorde, em Maio último. O preço do petróleo caiu 28%, após a cotação recorde em 10 de Julho, e o gás natural (futuro) acumula uma queda de 27 % neste ano.Você imaginava que apenas no primeiro semestre, as exportações de commodities brasileiras responderam por 41% das receitas (equivalente a quase 6% do PIB brasileiro) ?

Será que o eventual ajuste global vai atingir as commodities metálicas com mais impacto do que os outros produtos ? Olha que interessante: a forte demanda chinesa puxou os preços dos metais durante três anos, mas a oferta não respondeu na mesma intensidade devido à infra-estrutura que precisa ser montada para a obtenção de tais itens como minas, sistemas de extração, tratamento, entre outras exigências.

O tempo médio para que a produção passe a ser comercializada oscila entre dois e três anos. Quando a oferta é atendida, os preços voltam aos patamares marginais.
Assim, mesmo que a China mantenha seus níveis de demanda, o avanço da oferta vai reduzir o preço.

É para se pensar..."

quarta-feira, 27 de junho de 2007

CRB

Semanal LOG



Atualizando o gráfico ( clique aqui ), temos nova pressão vendedora !

quarta-feira, 14 de março de 2007

CRB - Semanal - LOG

Commodities continuam sendo pressionadas globalmente ...


quinta-feira, 8 de março de 2007

CRB - Semanal


Gráfico oferecido pela Stockcharts esse é um exemplo de estudo que o próprio usuario configura seus indicadores...
No caso do CRB, temos aí algumas divergências...

Várias commodities disponíveis no link


quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

CRB - Semanal - LOG





Commodities...

Após cumprimento de 100% das expansões ( pontilhado verde ) e a definitiva perda do canal altista iniciado em 2002, temos a formação do pivot de queda projetando 100% na região dos 295 e 168% nos 252, sendo a região dos 274 bps um suporte significativo. Jaca caindo !

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

CRB - Diario


Atualizando...
Zig Zag interessante no pequeno canal altista

sábado, 2 de dezembro de 2006

CRB - Diario

Coisa de Bruxaria...
Resistencia no Diario com Candle Maroto...
Suporte ( ? ) nos 310 bps...
Resistencia nos 331 bps

http://fs2.q10.com.br/comunidade/bancotario/1165107703.gif

terça-feira, 7 de novembro de 2006

CRB - Commodities

O termo commodity aplica-se àquelas mercadorias cujo preço é determinado em bolsas de mercadorias. São produtos de qualidade uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores. Commodities são produtos "in natura", cultivados ou de extração mineral, que podem ser estocados por certo tempo sem perda sensível de suas qualidades, como suco de laranja congelado, soja, trigo, bauxita, prata, ouro, aço e o petróleo entre tantos outros.

Vamos tentar aqui explanar um dos motivos que me levou a ponderar o CRB nas Elucubrações nos últimos 18 meses... Com a espantosa recuperação dos preços, foi uma surpresa para maior parte dos analistas, economistas e investidores, o desempenho desse índice nos últimos tempos!

No final de 2005, o índice de preços do Commodity Research Bureau, conhecido como CRB Index, ultrapassou caprichosamente as máximas registradas no princípio da década de 1980. Na terceira semana de Maio de 2006, o CRB Index aumentou mais que 12%. Por trás do aumento no inicio deste ano no CRB Index houve um verdadeiro rallye de preços em determinados produtos. Até os primeiros cinco meses de 2006, os preços do petróleo bruto tinham aumentado perto de 14%, seguidos por altas no milho e no trigo da ordem dos 10 %.

O incremento de preços para as demais commodities ultrapassou de longe os ganhos do petróleo e dos cereais.

Tivemos ainda os preços do zinco, que praticamente duplicaram naqueles últimos cinco meses, o cobre, que subiu perto de 80%, a prata, 60% e o paládio 50%, estanho e ouro 40%, alumínio e platina (35%).

Os preços para as demais commodities, incluindo chumbo, ferro e sucata de ferro seguiram um padrão semelhante ao longo deste ano. Apesar destas commodities terem os mais variados usos possíveis, desde a indústria à produção alimentar, todas elas têm uma característica comum: são cotadas e comercializadas internacionalmente em dólares dos EUA..

Com os impactos da desaceleração global no mercado de commodities, provavelmente os efeitos serão menores caso economia americana tenha a tão esperada queda suave, e a China mantenha seus níveis de consumo.

O índice CRB que apura o desempenho das commodities despencou cerca de 20% desde que atingiu seu recorde, em Maio último. O preço do petróleo caiu 28%, após a cotação recorde em 10 de Julho, e o gás natural (futuro) acumula uma queda de 27 % neste ano.

Você imaginava que apenas no primeiro semestre, as exportações de commodities brasileiras responderam por 41% das receitas (equivalente a quase 6% do PIB brasileiro) ?

Será que o eventual ajuste global vai atingir as commodities metálicas com mais impacto do que os outros produtos ? Olha que interessante: a forte demanda chinesa puxou os preços dos metais durante três anos, mas a oferta não respondeu na mesma intensidade devido à infra-estrutura que precisa ser montada para a obtenção de tais itens como minas, sistemas de extração, tratamento, entre outras exigências.

O tempo médio para que a produção passe a ser comercializada oscila entre dois e três anos. Quando a oferta é atendida, os preços voltam aos patamares marginais. Assim, mesmo que a China mantenha seus níveis de demanda, o avanço da oferta vai reduzir o preço.

È para se pensar...



Segue o gráfico para melhor elucidar...







Dúvidas ou Sugestões ???

Fique a vontade pra me mandar uma mensagem:
bancotario@hotmail.com