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domingo, 12 de agosto de 2012

Parece... mas isso não é tão "simples assim"...


Crie sua própria abordagem do Mercado;

Busque conhecer a si mesmo! Os mercados vão explorar ao máximo seus pontos fracos;

Desenvolva sua própria rotina. Anote todos os seus passos. Crie um diário;

Seja flexível, porque invariavelmente você vai estar errado;

Não deixe seus Trades transformarem-se em Investimentos, mas sim... converta seus maus investimentos para Trades;

Trabalhe Objetivos: Errou...Aborte;

Invista parte dos lucros em estudos;

Compartilhe suas estratégias e ouça a opinião dos amigos. Você vai precisar aprender a filtrar muitas informações;

E lembre-se: apertar a tecla "ENTER" para COMPRAR é muito mais fácil do que apertar a tecla "ENTER" para vender.


Bons negócios !

sábado, 31 de dezembro de 2011

Réeepipi niu ieaaaarrrr...


" I would really like to take this opportunity to thank all of my followers & friends for the continued support and wish you all health and wealth for 2012.

Remember that trading is an extremely hard way to make a living. It is not a 'job' in the strict sense of the word but it is a profession and unless you put yourself in a position to succeed by treating it as a business, you are going to find out the hard way how physically, psychologically and economically taxing it can be.

Don't let anyone tell you it can't be done but equally, don't let anyone give you the false impression that this is easy and that there are shortcuts. In my humble opinion, a real trader is formed through consistency and longevity and despite the fact that not everyone is going to be able to function in this type of business, if tackled with dedication, discipline and devotion, it can be one of the most rewarding ways of life, if not 'the only way' for people that are truly wired to be traders.

Looking forwards to your company in 2012, all the best !!! "


Marco Aurélio

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mal traçadas linhas...

Comecei a aprender "Fundamentalismo" só no 3º ano de Faculdade... tinha naquela época 21 aninhos... Mas a melhor escola mesmo foi virar ANALISTA de um Grande Banco Estrangeiro em 1985... 

Pouco tempo de Banco e fui me meter com Análise de Risco de Crédito...
Colocaram-me para fazer cursos e mais cursos... Depois análises e mais análises...

Depois ...Vivência...

Cansei de ver Balanços, Balancetes, Faturamentos, Endividamentos, Clientes, Fornecedores, Investimentos de CP e LP... e tanta coisa... Aplicações de inúmeras fórmulas para obtenção de índices dos mais diversos, buscando a interpretação crua dos resultados apresentados nos documentos oficiais das empresas, indispensáveis para uma boa Análise Fundamentalista. Lembro que o Analista do Banco naquela época era muito parecido com o Analista de Corretora... somente a carga de teoria e informações fundamentalistas eram massivamente "implantadas no profissional"... 

Hoje, nem todos os Analistas de corretoras tem a possibilidade de sentar com quem tem o poder decisório na empresa...

Tive o prazer de fazer vários Plant Visits...Ir até o freguês era sem dúvida a melhor parte do "trabalho".

Olhar nos olhos do Diretor Financeiro, ou do Controller ou até mesmo do Proprietário (quando era o caso). 

Encher o peito ... e metralha-los com uma infinidade de perguntas.

A idéia de defender o crédito perante o Comitê de Crédito do Banco, exigia (e até hoje exige na maioria das Instituições Financeiras), o máximo de entendimento do "Negócio do Freguês"...

Afinal, emprestava o Dinheiro do Banco dentro das normas de políticas, práticas e procedimentos, absolutamente inclusos nos critérios de Crédito previamente estabelecidos pela Instituição, com as devidas garantias...

Meu Diretor de Crédito costumava dizer : "Emprestar é fácil !!! Difícil é receber ..."

Apesar da alçada de crédito, por questões de volumes financeiros envolvidos, praticamente tudo era submetido ao comitê de Risco.E o Comitê era Supremo... Nunca se aprovava um Crédito sem questionamentos... NUNCA...Sempre a sua "tese" era contestada e passível de perguntas e pegadinhas...

Cansei de ver escorregões de empresas... mas o que mais nos preocupava eram os TOMBOS ... Tombos passíveis de gerar fortes prejuízos a Instituição... 

Tombos que balançaram alguns Banqueiros... e quebraram Outros...

Tombos, que o "Sr.Mercado" demora um certo tempo pra digerir, pois as informações não são assimiladas "concomitantemente" por todos os participantes... 

Minhas análises Fundamentalistas estavam erradas ? O Gerente propôs o negócio errado para o cliente ? O Comitê do Banco avaliou erroneamente o Risco ? O Banco que eu Trabalhava tava emprestando dinheiro errado? E as demais instituições que também estavam com posições emprestadas ao Cliente ? Estávamos todos errados?

A partir de Ago/97, o "contexto economico" não contribuía... Empresas sólidas e o mercado despencando... Época difícil...

Bom... frustrações à parte, a partir daí descobri um negócio chamado Análise Técnica e Money Management.

Posso te assegurar, meu amigo...

Cada dia que passa me espanto com o tanto que preciso aprender !

Mas uma coisa te asseguro :

O Papel aceita tudo :

Aceita números financeiros, frases de impacto e gráficos de candlestick... aceita retas de suporte e resistência... aceita faturamento e endividamento... aceita absolutamente TUDO o que vc colocar...

Aceita até o que eu e você estamos rabiscando aqui...

Uma boa semana pra vc !
Abcs 


Originalmente escrita em 30/09/2007
http://www.realtrader.com.br/forum/view.php?bn=realtrader_forumbrsm&key=1191193696&pattern=quando+resistencia

domingo, 9 de agosto de 2009

Amigos & amigos !

Existem cinco estágios em uma carreira.
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá,
porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome
passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Ernesto de contas a pagar.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa
se transforma em sobrenome. Ernesto do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Ernesto, diretor do banco tal.
Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Ernesto
passam a se referir a ele como ‘o meu amigo Ernesto, diretor do banco tal’.
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em ‘amigo profissional’.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.
Amigos que são amigos trocam sentimentos.
Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores.
Amigos de verdade estão no coração.
Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter uma penca de amigos profissionais.
É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.
Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis.
Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar
serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.
Que tipo de amigo você tem cultivado durante sua vida?
Max Gehringer

Dúvidas ou Sugestões ???

Fique a vontade pra me mandar uma mensagem:
bancotario@hotmail.com