Clique na imagem...terça-feira, 31 de julho de 2007
Contratos em Aberto - Indice Futuro
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Contratos em Aberto
sábado, 28 de julho de 2007
Petrobras Semanal
As marcas mais valiosas do Mundo...
A Coca-Cola continua na cabeça, como a marca mais valiosa do mundo: US$ 65,3 Bilhões. Em seguida, vêm: Microsoft (US$ 58,7 Bilhões), IBM (US$ 57,09 Bilhões) e General Electric (US$ 51,5 Bilhões).
Nenhuma marca brasileira aparece no ranking da Interbrands. Nem mesmo Bradesco, Itaú,
Havaianas ou Natura...
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Contratos em Aberto

As bolsas de valores de todo o mundo despencaram ontem. O dia começou nervoso na Ásia e o pessimismo se espalhou pelo mundo. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones perdendo mais de 300 pontos, em meio a sinais de maior fraqueza do mercado imobiliário e de piora das condições de financiamento de acordos corporativos.
O Dow Jones caiu 2,26%, para 13.473 pontos. O Nasdaq, 1,84%, para 2.599 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 2,33% (1.482 pontos).
O S&P perdeu cerca de US$ 300 bilhões em valor de mercado na pior sessão desde a forte queda de 27 de fevereiro deste ano. Mesmo com o tombo, os índices S&P e Dow Jones ainda estão a cerca de 5% dos recordes de alta.
A queda no lucro trimestral da Exxon Mobil ajudou a eliminar mais de US$ 16 bilhões em valor de mercado da maior companhia de capital aberto do mundo.
A dose diária de más notícias sobre o mercado imobiliário veio nesta quinta-feira das duas maiores construtoras residenciais, D.R. Horton e Beazer Homes, que divulgaram prejuízo no trimestre.
As ações do setor financeiro desabaram com a evidência crescente de que os problemas no setor de crédito imobiliário de alto risco estão se espalhando, tornando mais difíceis as aquisições corporativas que ajudaram a sustentar o mercado.
O volume esteve bem acima da média na Bolsa de Valores de Nova York, e a proporção de ações em queda ante os papéis em alta era de cerca de 10 para 1. No final da manhã, a bolsa impôs limites de baixa para as negociações.
As bolsas de valores européias sofreram a maior queda em um só dia em mais de quatro meses após a piora no ambiente de aquisições de empresas e preocupações com o mercado imobiliário norte-americano terem aumentado a aversão ao risco.
O índice FTSEurofirst 300 fechou em queda de 2,6% a 1.530 pontos, o menor patamar desde 2 de abril e em queda pelo terceiro dia seguido. O indicador perdeu 6,4% desde que atingiu a maior alta em seis anos e meio, a 1.635 pontos, em 13 de julho, mas ainda tem uma alta de 3% no acumulado do ano. Os volumes do índice foram até seu maior patamar em um mês. Os bancos estavam entre as maiores queda no índice, com o Royal Bank of Scotland, o Credit Suisse e o UBS caindo entre 3% e 3,4%.
Influenciando os mercados europeus, os índices das bolsas de valores norte-americanas caíam por sinais de mais deterioração do mercado imobiliário, maiores preços do petróleo e preocupações com crédito.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 3,15%, a 6.251 pontos. Na bolsa de Frankfurt, o DAX caiu 2,39%, para 7.508 pontos. O CAC-40, de Paris, recuou 2,78% (5.675 pontos). Em Milão, o Mibtel sofreu baixa de 2,01% (31.235 pontos). Entre as bolsas européias, também caíram Madri (2,66%) e Lisboa (1,64%).
Primeiras a refletir a situação, as bolsas da Ásia acabaram influenciando os demais mercados. A baixa foi generalizada, com exceção do pregão de Xangai, onde o otimismo recentemente tem se mostrado maior que em outras partes do mundo. Lá, a bolsa subiu 0,52%.
Resultados trimestrais decepcionantes de empresas, agitações eleitorais no Japão e temores de inflação na Austrália influenciaram o mercado asiático. Os negócios foram influenciados também pela estabilização do dólar e alta nos preços do petróleo.
A bolsa de Tóquio recuou 0,88%, para 17.702 pontos, patamar próximo do menor nível em quase dois meses. Investidores puniram a Advantest, fabricante de equipamentos para testes de chips que despencou 5% depois que divulgou lucro trimestral menor.
Na Austrália, especulações sobre eventual aumento de juros para conter a inflação atingiram ações de bancos, enquanto os preços dos metais em queda prejudicaram papéis de mineradoras. O índice da bolsa de Sydney caiu 1,29%, para 6.258 pontos, menor nível desde o começo de julho.
Em Seul, o mercado caiu 2,03%. Preocupações crescentes de que algumas ações estão excessivamente valorizadas, após a bolsa acumular alta de quase 40% este ano, afetaram os negócios.
O índice MSCI que reúne os principais mercados asiáticos, exceto o Japão, exibia desvalorização de 1,29%. A bolsa em Taiwan caiu 1,78%, acompanhada por queda de 1,48% em Cingapura. Em Hong Kong, a queda foi de 0,64%.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Global 40
Abaixo temos o Gráfico Semanal - LOG contemplando o zoom a esquerda ( com a movimentação dos últimos dias ).
Pibb Semanal
Portobello

Contratos em Aberto
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Indice Futuro
Contratos em Aberto
terça-feira, 24 de julho de 2007
Barômetro Financeiro - Depois do Tombo...
O presidente do Fed de Saint Louis William Poole avaliou o problema do subprime como restrito ao setor imobiliário sem probabilidade de se alastrar a bancos comerciais como ocorreu na crise do início dos anos 90.
Em relação aos resultados, com 153 empresas das 500 do S&P tendo divulgado os resultados do segundo trimestre, 71,79% ficaram acima do previsto, número melhor que os do primeiro trimestre.
Dois fatos chamam a atenção nesta "safra de resultados"; primeiro a maior diferença entre as projeções e os resultados divulgados, nos negativos a média é superior a 12% e nos positivos 9%.
O segundo e principal ponto é a influência da questão do subprime como fator de alavancagem de volatilidade e impacto dos resultados. É sem dúvida uma extrapolação os $0,81 ao invés de $0,91 de lucro por ação da Countrywide de maneira alguma justificam a queda de hoje onde o subgrupo das construturas no S&P chegou a seu menor nível em 4 anos.
Em suma, apesar dos resultados e dados do setor imobiliário continuarem a gerar uma volatilidade acima do normal creio que o cenário siga positivo com recuperação da economia americana e sustentação do crescimento na Europa e Ásia.
No Japão os números das exportações surpreenderam positivamente fechando a balança comercial com Y1,2 trilhão ante uma expectativa de Y0,9 trilhão.
Japão , Coréia e Austrália abrem com baixas de 1,10, 1,20 e 1,21% respectivamente.
Os futuros americanos operam com baixa de 0,30 pts no S&P e alta de 1,00 pt no Nasdaq.
O mercado de cambio não apresenta oscilação relevante no iene e euro sendo destaque a desvalorização de 1,66% no bath tailandês.
Por : Marcelo Voss
Contratos em Aberto

segunda-feira, 23 de julho de 2007
Contratos em Aberto
sábado, 21 de julho de 2007
Meus Marcadores
Descartei algumas ...
Resumo das Análises por Tema...
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Leitura para o final de Semana
O que foi a crise de 1929 e quais foram as conseqüências da grande depressão? A depressão econômica que os Estados Unidos sofreram na década de 30 pôs fim aos felizes anos 20 (rolling twenties), época de bonança econômica e culto ao american way of life, baseado no consumismo.
A crise, iniciada com a quebra da Bolsa de Nova York, levou milhares de pessoas ao desemprego, arruinou comerciantes e agricultores, provocou a falência de numerosas empresas e bancos e multiplicou as tensões sociais. Esses efeitos também foram sentidos na Europa. A crise foi superada graças à política econômica conhecida como New Deal, aplicada pelo presidente Franklin Delano Roosevelt a partir de 1933.
O american way of life Os felizes anos 20 . Nos Estados Unidos, os felizes anos 20 (1924-1929) foram marcados pela prosperidade econômica. A melhora do nível de vida foi alcançada graças à espetacular evolução da técnica, à organização do trabalho, ao desenvolvimento das indústrias química, mecânica e elétrica, à concentração de empresas, ao consumismo acelerado e ao crescimento industrial norte-americano, estimulado pelo forte protecionismo.
O american way of life (ou 'estilo de vida americano') foi desenvolvido na década de 20, amparado pelo bem-estar econômico que desfrutavam os Estados Unidos. O sinal mais significativo deste way of life é o consumismo, materializado na compra exagerada de eletrodomésticos e veículos. O crack da Bolsa Em 24 de outubro de 1929, conhecido como Quinta-feira Negra, as ações da Bolsa de Nova York começaram a cair lentamente.
Uma tendência constante provocada pela decisão dos especuladores de vender suas ações a fim de recuperar o dinheiro investido com grande lucro. O crescimento das vendas diminuiu o valor das ações. Sem conseguir conter a queda da Bolsa, os acionistas começaram a vender para perder o mínimo. Em alguns meses, as principais ações da Bolsa perderam até 90% de seu valor. A prosperidade econômica e as causas da crise A insistência dos empresários norte-americanos em manter o mesmo ritmo de produção alcançado durante a Primeira Guerra ocasionou a crise.
Além disso, o governo – que adotava uma política liberal – não interferia na produção. Mesmo no período anterior à crise, o aumento do nível de vida não atingiu todos os norte-americanos. O grande desemprego entre os operários e a ruína de numerosos agricultores, devido à saturação de mercado e à queda das exportações, foram os primeiros sinais da crise que avançava. A quebra da Bolsa em 1929 foi o estopim de uma crise geral da economia norte-americana, causada pela superprodução e pelo subconsumo, com desdobramentos sociais e políticos.A crise econômica
O crack da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma profunda crise econômica. As pessoas não conseguiam pagar as dívidas, causando a quebra de milhares de bancos e o fechamento do comércio. Ao mesmo tempo, diminuiu a produção industrial e aumentou o desemprego que, em 1933, alcançou cerca de 14 milhões de norte-americanos.
A Grande Depressão A partir de 1930, a crise da economia norte-americana afetou os países europeus. A queda dos preços das matérias-primas, dos produtos agrícolas e das exportações européias aos Estados Unidos provocaram a quebra de numerosos bancos e o fechamento de empresas na Europa e na América. No Brasil, as exportações de café caíram drasticamente, uma vez que os norte-americanos eram os maiores compradores do produto. Alguns países adotaram uma política de intervenção do Estado na economia para amenizar os efeitos da crise. O único país que escapou dos efeitos do crack de 1929 foi a União Soviética, por causa da política de isolamento (cordão sanitário) adotada pelas nações capitalistas após a Primeira Guerra Mundial. O mal-estar social Os efeitos da crise econômica causaram uma crise social que se manifestou no aumento de conflitos e de protestos.
Milhares de pessoas, arruinadas economicamente, foram obrigadas a viver em acampamentos e eram alimentadas por organizações humanitárias. Alguns norte-americanos que perderam todo o dinheiro com a quebra da Bolsa de Nova York se suicidaram. A busca de soluções Para superar a crise econômica, Franklin Delano Roosevelt empreendeu, em 1933, um programa de reformas conhecido como New Deal. Em uma primeira fase, desvalorizou o dólar, diminuiu a dívida dos agricultores e reduziu a produção de excedentes agrícolas mediante subvenções.
Posteriormente, criou novos complexos industriais e começou um programa de construção de obras públicas para reduzir o desemprego. Finalmente, garantiu o direito de greve e instituiu o seguro-desemprego e seguros de invalidez e de velhice. Impulsionador do New Deal, Roosevelt, que vencera as eleições presidenciais norte-americanas de 1932 pelo Partido Democrata, foi reeleito em 1936, 1940 e 1944.
Para lembrar: O New Deal, que literalmente significa 'nova partilha', consistiu na substituição do liberalismo econômico clássico de Adam Smith, no qual o Estado não pode intervir na economia, por um sistema misto, de respeito à iniciativa privada, mas com a intervenção do Estado nos assuntos econômicos, além de uma forte política social.
Risco Brasil
clique aqui
Percebam que o gráfico nessa periodicidade, agora já esboça figuras de topos e fundos ascendentes...
Atingimos o pull back ( expansão projetada de 100% ) e como próximo suporte temos os 155 bps, onde pelo indicador de Força (IFR ajustado), sugere agora uma congestão nesses níveis até o próximo movimento...
Mas estamos no mínimo, num momento pensativo...
Um bom final de semana !
Banestes

Gráfico Semanal - LOG
O Banco do Estado do Espírito Santo comunicou esses dias que estuda emitir ações preferenciais (PN) para se capitalizar. O conselho de administração do banco capixaba já teria aprovado a criação de um grupo de trabalho para cuidar o assunto.
Em um Banco "Estatal", esse tipo de lançamento pode demorar meses, dada a complexidade do assunto, diferente de um Banco Privado, que em geral demora uns 3 meses...
Graficamente, temos o ativo em uma boa ascendente, onde percebo um evento chamado de "piramide", onde, cada vez que é atingido um objetivo ( expansão de Fibo ) é feito um "pull back", seguido por acumulação (marcado em amarelo ) para depois sair em disparada..
Se você já esta comprado no ativo, sugiro um stop logo abaixo dos 1,50, onde EU se estivesse no trade venderia o papel...
Expansões estão projetadas no gráfico, onde sua pergunta acerca do "timing"... nem Deus sabe ! rsss...
Espero ter ajudado !
Abraço
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Agenda
Fonte : Equipe InfoMoney
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Açucar - Futuro
Cuidado com o Touro !!!
quarta-feira, 18 de julho de 2007
America Latina Logistica

terça-feira, 17 de julho de 2007
segunda-feira, 16 de julho de 2007
CRB

Pibb11

Light Crude Oil

Brent Crude Oil
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Barômetro Financeiro
A não ser pelos índices chineses que fecharam estáveis, as principais praças asiáticas tiveram um rali nesta sexta-feira com destaque para o Kospi que subiu 2,78% atingindo novo recorde.
As vendas do Wal-Mart acima do esperado que impulsionou o mercado americano ontem se refletiram no mercado asiático além de fatos específicos como a oferta de $38 bilhões da Rio Tinto pela Alcoa, a expectativa de lucros acima do esperado na Sansung, com boatos de uma possível oferta hostil de Carl Ichan, e a alta de 9,8% da Posco que buscaria elevar o preço de suas ações para evitar uma oferta de compra.
No mercado europeu temos mais um dia positivo com destaque para Saab que divulgou resultado acima do esperado e o setor de semicondutores que reflete o excelente desempenho da Sansung.
O dólar se valoriza frente ao euro que ainda está em um patamar elevado para um cenário de aceleração da economia americana.
Com 5 resultados acima do esperado para 1 abaixo esta temporada de balanços sinaliza repetir a história dos últimos 15 trimestres, as empresas mostrando um desempenho acima das expectativas e dando sustentação ao crescimento. O resultado da GE veio em linha com as expectativas.
Às 09h30 teremos a divulgação das vendas no varejo em junho com estimativa de 0,20% para o núcleo com boas chances de ser superada ficando entre 0,3% e 0,5%.
Às 11h00 teremos a prévia de julho da confiança do consumidor que tem expectativa de leve aumento em relação a junho.
Acredito que os resultados e os indicadores de atividade continuaram a dar sustentação ao cenário positivo de recuperação mais acelerada da economia americana com convergência do núcleo do CPI para a meta do Fed ficando a questão do subprime apenas como um fator de volatilidade pontual.
O cobre se recupera da queda de ontem subindo 0,62% na COMEX mostrando sustentação nos $357,00. Já o WTI setembro opera com queda de 0,26% não devendo ter sustentação acima dos $73,00 no curtíssimo prazo.
No mais... bons negócios e um excelente final de semana !
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Barômetro Financeiro
... Com exceção do Nikkei que recuou 0,36% após ter subido 0,50% , as praças asiáticas operaram em alta com destaque para mineradoras. No Japão, a queda foi liderada pelo setor financeiro com destaque para a Nomura em virtude com as perdas com subprime.
Na Europa temos uma abertura levemente positiva mesmo com o euro tendo nova valorização frente ao dólar.
Os metais operam em alta hoje com destaque para o zinco que sobe 2,5% e o chumbo que bateu novo recorde em Londres com a demanda do setor automotivo.
Nesse momento temos o Crude Oil (FUT) em alta de 0,98% aos $73,80 com a menor produção no Mar do Norte e as ações do MEND na Nigéria.
S&P 500 Future = 1531.63 ( zero a zero)
Nasdaq100 Fut = 2007.63 (0,02% de queda)
Bons negócios
terça-feira, 10 de julho de 2007
Barômetro Financeiro
O mercado asiático teve uma terça-feira tranqüila com destaque negativo para as exportadoras devido à valorização das moedas frente ao dólar.
No mercado europeu as principais bolsas operam em baixa refletindo a revisão da estimativa de resultado da Home Depot .
O relatório da Home Depot revendo sua projeção de recuo no lucro por ação para entre 15 a 18%, a projeção anterior era de um recuo de 9%, teve forte impacto nos futuros que operam em baixa sinalizando um dia de baixas para o mercado americano.
Dada a importância que tem no setor, esta revisão do desempenho da Home Depot aumenta a preocupação de que a desaceleração mais prolongada do setor imobiliário possa reduzir o ritmo de crescimento da economia americana.
Tanto euro como o iene se valorizam frente à moeda americana com o recuo da taxa do 10Y para 5,12%.
A alta dos estoques levou o níquel a mais uma queda, 2,3%, chegando ao menor nível desde 16/01 e 32% abaixo do recorde de maio. Os demais metais também recuam em Londres com o cobre ainda sustentando uma valorização de 0,33% na COMEX.
O WTI opera em baixa de 0,40%.
Por aqui, os ativos ainda estarão sob influência do mercado americano que estará mais volátil com o início da “temporada de resultados” e ainda oscilando entre a preocupação com o setor imobiliário de um lado e o risco de inflação de outro.
Bons negocios !!!
Contratos em Aberto
Convite
Sem falar que estaríamos assistindo ao jogo da argentina no restaurante dos hermanos... Então ficou combinado na Quarta-Feira as 20:30 no Sujinho da Consolação.
(http://www.sujinho.com.br/)
Apenas um bate papo animado com uma bisteca e bebidas!
Divulguem para os amigos!
É aberto a qualquer pessoa que quiser ir!
Abcs
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Mark Douglas
"Se um mercado vem em uma tendência definida e inclinada e você acredita que haveria uma
reversão que não veio, e, a cada pausa na queda, você vai imaginar que agora o mercado vai
reverter e virar na direção que você acreditava que deveria ir...
...Depois de parar um pouquinho, os ativos avançam mais um pouco e estabilizam-se...
...agora sim !!!
E o mercado continua...
Quantas paradas dessas serão necessárias para que você se convença de que você está
errado?
A resposta está dentro de você. Cada parada é um alívio para o confronto da informação que
vem do mercado e a sua convicção.
A maneira como você via o mercado era a maneira que você criou na sua cabeça. A força
que você tem para criar mais situações que satisfaçam os seus desejos nas operações, reside
na sua capacidade de flexibilidade mental.
Você precisa aprender a fluir com os mercados. Ou você está em harmonia com o mercado
ou você não está. Em um momento ele está satisfazendo todos os seus sonhos e necessidades,
no outro ele é um monstro que quer tirar tudo o que você tem.
Infelizmente você não pode mudar o que o mercado está fazendo. Você só pode mudar a si
mesmo, de maneira a permitir que você o perceba e analise de maneira mais clara e objetiva.
O que você precisa aprender é como se soltar das demandas de que as suas expectativas sejam
satisfeitas exatamente da maneira que você quer.
Se soltar dessas demandas lhe permitirá mudar a sua perspectiva, podendo perceber as
oportunidades que aparecem no mercado, como se você não estivesse no mercado.
Deixe suas operação perdedoras assim que você perceber que elas existem.
Quando as perdas são predefinidas e stopadas sem hesitação, não haverá nada para considerar,
pesar, julgar, ou seja, sem nada para atiçar a sua tentação.
Se você não aciona seu stop e o mercado piora para o seu lado, você entra num ciclo de dor.
“Poxa, poderia de zerado antes, agora acho que vou esperar para dar uma subidinha para raquetar” mas a tal da subidinha não vem e você se lamenta e se pune.
Nesse momento você está pronto para cometer uma série de erros de operação ou análise de
mercado, porque você já está contaminado pelo medo de errar novamente."
Mark Douglas is president of Trading Behavior Dynamics, Inc., a Chicago-based consulting firm that helps traders around the world (individuals, CTAs, and brokerage firms) master the psychological discipline necessary to trade successfully.
Fraudes

Fonte : Monitor das Fraudes
Boi Gordo
Abaixo o Gráfico atualizado - Diario - LOG, sinalizando possível esgotamento da pressão vendedora de curto prazo. O rompimento dos R$ 62,00 com volume, gera entrada para o swing trade.
A carne exportada já representa 7% das exportações brasileiras e pela primeira vez, a exportação de carnes superou a marca dos US$ 10 bilhões no acumulado de doze meses.
Milho

Com as geadas a previsão de produção caiu 682,7 mil toneladas.
Com se não bastasse perdas com as geadas, as lavouras de milho safrinha estão agora sofrendo com a falta de chuva.
Níquel - Londres



































