... é que já a partir da próxima semana, seus planos, suas metas, suas estratégias e seus sonhos comecem a se realizar...
E aproveito para agradecer a todos aqueles, que nos últimos meses têm me acompanhado através desse meio eletrônico !
Acreditem, é uma experiência prazeirosa, a cada dia ver novos cadastrados...
Agora peço permissão para alguns dias de férias com a família...
Saúde e Paz nesse ano vindouro !
Abraços
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
sábado, 23 de dezembro de 2006
TCHAM TCHAM TCHAM TAM...
http://photos1.blogger.com/blogger2/6273/796148923011127/1600/Tammd.0.gif
Esse foi um post de 11/11, onde agora atualizo o Graf Semanal e em seguida, um zoom no Diario.


Esse foi um post de 11/11, onde agora atualizo o Graf Semanal e em seguida, um zoom no Diario.


sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Global 40
Indice Futuro - Diario - LOG

Como um toque de "magia", permanecemos nos equilibrando na expansão dos 76,40% ... Percebam o comportamento da mínima desses últimos 14 pregões !!!
Uma linha imaginária, que por enquanto honrou com louvor sua caracteristica de suporte...
A partir de 26/12, teremos mais 03 dias de Mercado para esse restinho de ano.
E essa última semana particularmente, apesar da pressão vendedora, não presenciamos altas volatilidades e naturalmente, por conta dos feriados, houve redução moderada dos volumes ( principalmente de 3ª F para cá).
Bom... Suporte é suporte, até que não mais suporte...
Particularmente, acho que o enfraquecimento do mercado como um "todo", natural nessa época do ano, poderia comprometer os avanços para o cumprimento dos 100% da expansão...
MAS...
Temos alguns fatores correlacionados ( por ex.: o Risco Brasil e a estabilidade do Real) que não sinalizariam movimentos mais bruscos, salvo maior volatilidade nas Bolsas Americanas e no Mercado de Commodities.
Ficamos na espreita.
Aproveito para desejar aos amigos, os sinceros votos de um Natal de muita Paz...
Bancotario
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Magnesita
Rompemos ontem o Topo Histórico...
Abaixo o grafico postado lá atras com as expansões projetadas...
ATENÇÃO... ESSE GRÁFICO NÃO ESTA ATUALIZADO.
http://photos1.blogger.com/x/blogger2/6273/796148923011127/1600/36172/Magnesita.gif
Abaixo o grafico postado lá atras com as expansões projetadas...
ATENÇÃO... ESSE GRÁFICO NÃO ESTA ATUALIZADO.
http://photos1.blogger.com/x/blogger2/6273/796148923011127/1600/36172/Magnesita.gif
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
O Processo de M&A passo a passo...
Fellows... Recebi por e-mail e apesar de extenso, uma leitura indispensável...
OBJETO DO M&A
Em um contexto geral, pode-se dizer que uma das áreas mais importantes e mais rentáveis para investment banks e departamentos corporate de commercial banks é representada pela atividade de Fusões e Aquisições (M&A).
Para as empresas é o caminho mais adequado e seguro para operacionalizar novas participações de mercado, comprando empresas concorrentes ou vendendo participações indesejadas em outras companhias. Esse é o universo que norteia as atividades de fusão e aquisição de empresas.
Assim, como M&A, entendem-se todas as operações que determinam uma modificação permanente na estrutura societária de uma ou mais empresas. Tratam-se de atividades complexas e estranhas à "gestão ordinária" das companhias; que pedem, normalmente, a intervenção de profissionais especializados para finalizá-las com sucesso.
Mais especificamente, as operações de M&A incluem:
Mais especificamente, as operações de M&A incluem:
Venda/Aquisição: envolve as operações mais típicas para uma equipe de M&A, prevendo suporte para a transferência da propriedade de uma empresa, para um ou mais novos sócios. A operação pode ser estruturada como stock purchase - venda das ações da respectiva companhia - ou asset purchase - realizada através da venda dos ativos/passivos do complexo empresarial.
Fusões: tratam-se de operações em que duas ou mais empresas se fundem para criar uma pessoa jurídica ex novo - fusão por união - ou uma ou mais empresas são absorvidas por outra, sendo nesse último caso chamadas fusões por incorporações.
Fusões: tratam-se de operações em que duas ou mais empresas se fundem para criar uma pessoa jurídica ex novo - fusão por união - ou uma ou mais empresas são absorvidas por outra, sendo nesse último caso chamadas fusões por incorporações.
Aporte de ativo, spin-off e troca de participações: operações que incluem em geral aporte de ativo empresarial e/ou spin-off do mesmo, recebendo em troca ações das companhias envolvidas nas operações.
Reestruturação societária: categoria de operação residual onde podemos incluir todas as intervenções diferentes das supra citadas, mas que, em última instância, provocam uma alteração na estrutura acionária de uma companhia, seja por variação das cotas detidas pelos antigos acionistas, seja pela entrada no capital de novos investidores.
ELEMENTOS DETERMINANTES DE UMA OPERAÇÃO DE M&A
Empreendedores , managers e consultores justificam operações de M&A usando vários tipos de explicações, mas uma, acima de todas, é a mais freqüente: a obtenção de "sinergia".
Para esclarecer, podemos imaginar o caso simples da empresa X, que quer adquirir a empresa Y; o valor de X é definido como Vx, enquanto o valor de Y é ilustrado como Vy.
Agora, se Vxy > V(x+y) ou seja, se o valor da nova empresa resultante da fusão entre X e Y é maior que a soma dos valores das duas empresas consideradas separadamente (valor stand alone), então a operação pode gerar valor.
Esta é, obviamente, uma simplificação extrema, que não considera que uma operação pode gerar mudanças significativas no risco da nova entidade, alterando a estrutura financeira e por esta via o chamado "custo do capital" da nova estrutura.
Em geral, podemos classificar em quatros macro categorias as razões que podem induzir a realização de uma operação de M&A:
Razões estratégicas: aumento da fatia de mercado, eliminação de um concorrente, entrada em novos mercados ou novos segmentos de atividades, redefinição do foco - por exemplo, venda de unidades de negócios não correlatas - aquisição de um fornecedor ou cliente chave, internacionalização, melhoramento da imagem da companhia - por exemplo, através da aquisição de uma marca conhecida -, reestruturação societária - entrada/saída de sócios. Há outras razões mais sofisticadas, como 1) aquisição de uma "opção real" - compra de algo hoje que possa gerar vantagem competitiva no futuro, 2) aumento do tamanho da companhia para reduzir as possibilidades de falência (teoria do too big to fail).
Razões econômicas: economia de escala, ampliação do leque de produtos.
Razões financeiras: redução da dívida - por aporte de novo capital , melhoramento do rating.
Razões fiscais: possibilidade do comprador aproveitar o prejuízo acumulado na companhia adquirida, oportunidade de gerar maior vantagem fiscal.
Além das supra citadas razões é útil citar uma outra, que vê os managers realizarem operações de compra motivados pelo prestigio e remuneração que eles podem adquirir finalizando estas operações. Para tanto, focando aumentar o porte da empresa deles, podem realizar tais operações ainda se não suficientemente rentáveis para a empresa.
O TRABALHO DO ASSESSOR
O TRABALHO DO ASSESSOR
O trabalho dos assessores neste setor é muito complexo e se baseia em uma estrutura mais ou menos "industrializada", que deve fornecer apoio desde a origem até a finalização dos negócios.
A experiência ou track record de um assessor é fundamental e a ética e o profissionalismo são os complementos necessários para ganhar a confiança do mercado; uma vez que o M&A trata de interesses de vários tipos (acionistas, trabalhadores, fornecedores, clientes, etc.).
Com a finalidade de dar uma sistemática panorâmica ao papel do assessor, sem a pretensão de considerar padrão esta lista, poderíamos citar alguns pontos - listados abaixo - antecipando que trataremos mais adiante o caso de um mandado de venda.
Contatos:- Uma base ampla de contatos e relacionamentos é fundamental para a geração de uma consistente carteira de mandatos;- Os contatos e os cuidados em mantê-los gera contínuos sinais sobre as tendências do mercado e permite detectar possíveis alvos para ser adquiridos;- Os contatos são desenvolvidos e mantidos por profissionais que cuidam de áreas/setores específicos, em contínuo relacionamento com o top management das companhias clientes;- O cuidado com os contatos não gera retorno direto, ao contrário, normalmente gera custos Sunk costs (viagens, almoço de trabalho, pesquisas básicas, telefonemas, etc);- Que representam os investimentos da consultoria para gerar um satisfatório numero de mandados de atuação.
Mandado:- Resultado do bom contato com os acionistas/diretores das companhias alvos;- Com este a consultoria se compromete a usar todos os recursos próprios para conseguir a venda/compra da empresa alvo;- Geralmente exclusivo;- A duração pode ser de 6 a 12 meses ou mais (dependendo do tipo de operação), tanto para pequenos quanto grandes negócios;- Define o objeto da operação, o trabalho a ser feito pela consultoria, a remuneração desta última.
Avaliação "stand alone":- Definição de um intervalo de valores como base para negociação;- Definição de eventuais ações a serem realizadas para aumentar o valor da empresa.
Definição de uma estratégia de venda:- Preço de venda;- Modalidade de cobrança deste preço;- Custo da operação (consultores, impostos);- Estrutura da operação (venda de ações, venda de ativo/passivo, spin-off, troca de ações);- Duração (elemento que afeta muito o custo total da operação);- Sigilo;- Impostos (outro custo muito importante, além da remuneração dos consultores).
Mandado:- Resultado do bom contato com os acionistas/diretores das companhias alvos;- Com este a consultoria se compromete a usar todos os recursos próprios para conseguir a venda/compra da empresa alvo;- Geralmente exclusivo;- A duração pode ser de 6 a 12 meses ou mais (dependendo do tipo de operação), tanto para pequenos quanto grandes negócios;- Define o objeto da operação, o trabalho a ser feito pela consultoria, a remuneração desta última.
Avaliação "stand alone":- Definição de um intervalo de valores como base para negociação;- Definição de eventuais ações a serem realizadas para aumentar o valor da empresa.
Definição de uma estratégia de venda:- Preço de venda;- Modalidade de cobrança deste preço;- Custo da operação (consultores, impostos);- Estrutura da operação (venda de ações, venda de ativo/passivo, spin-off, troca de ações);- Duração (elemento que afeta muito o custo total da operação);- Sigilo;- Impostos (outro custo muito importante, além da remuneração dos consultores).
O consultor assume um papel muito importante na definição das estratégias de venda, devido a sua experiência em negociar e abordar os investidores interessados.
Seleção e abordagem dos investidores:- Preparação de um blind profile, que resume, sem citar o nome, os dados principais da empresa a venda, tais como: setor, porte da empresa, posicionamento competitivo, objetivos de crescimento e algum dado de balanço;- Definição dos parâmetros para seleção dos potenciais investidores: Geralmente a busca de investidores é mais fácil quando se definem antes critérios detalhados de seleção. Estes critérios dependem mais de exigência própria do vendedor e podem abranger, como exemplo, setor, nacionalidade do comprador, cultura dos managers, condições econômicas/financeiras, etc.;- Seleção de potenciais compradores: Esta listagem pode incluir indicações da mesma empresa, informações a disposição do mesmo consultor ou, mais sistematicamente, uma listagem de potenciais interessados a monte e a vale da atividade produtiva da empresa alvo, isto é: concorrentes, clientes, fornecedores, investidores institucionais relacionados com a empresa;- Screening e listagem: A seleção deve ser feita satisfazendo os critérios definidos, descartando automaticamente as empresas que não respondem a estes critérios e criando um ranking de nomes que representem as "oportunidades estratégicas" em ordem de importância. As informações (data base e relacionamentos) e experiência do consultor são fundamentais nesta fase, para proteger as informações estratégicas da empresa, evitando o envio de informações para investidores não realmente interessados;- A fase de contato com os potenciais investidores e apresentação do blind profile conclui esta parte. Ainda uma vez o patrimônio de relacionamentos e os contatos com os acionistas e o top management desses potenciais investidores, é fator diferencial para um consultor ter sucesso na operação.
A atividade do consultor nesta fase é remunerada por comissões chamadas de retainer fees ou committment fees, normalmente pagas antes e descontadas das comissões de sucesso. Estas comissões representam para o consultor uma cobertura para os custos fixos, uma garantia de remuneração no caso de insucesso e uma tutela contra comportamento oportunista da empresa alvo, que poderia aproveitar-se do trabalho do advisor para obter "grátis" uma completa análise do setor de seu próprio posicionamento competitivo e valor.
A carta de confidencialidade:
Antes de revelar o nome e os dados da empresa alvo, contidos no selling memorandum, o consultor pede aos interessados para assinar uma carta de confidencialidade como ferramenta legal para:
- Obrigar o sigilo sobre qualquer informação recebida referente a empresa alvo;
- Evitar qualquer ação que possa provocar a difusão da noticia da venda da empresa alvo;
- Obrigar a não usar, direta ou indiretamente, as informações recebidas para finalidades diferente da análise da oportunidade de negócio.
O assessor trabalha para o sucesso do negócio evitando a difusão não autorizada de informações sobre a empresa alvo, que podem beneficiar os concorrentes e gerar preocupações em todos os stakeholders (fornecedores, financiadores, clientes, empregados, etc.).
A carta de confidencialidade permite receber o selling memorandum, que explica detalhadamente o que já foi antecipado em negociação, com o perfil sintético ou blind profile. O selling memorandum deve ser redigido com máximo cuidado, destacando pontos fortes e fracos da empresa a venda, e indicando eventuais ações para melhorar a situação da companhia. Não vale a pena esconder dados e pontos fracos, sendo que acabariam descobertos no processo de due diligence.
O selling memorandum pode ser redigido pela empresa ou pelo consultor. Esta ultima opção é a mais praticada, sendo o consultor mais experiente em redigir este tipo de documento.
A fase de negociação:
A fase de negociação:
A negociação envolve o consultor do vendedor, o consultor do comprador e, se for o caso, outros profissionais requeridos, tais como: advogados, auditores, etc..
Conforme as evidências na maioria dos casos, a negociação caracteriza-se pela edição de dois documentos: uma "carta de intenção" e o "contrato de aquisição".
A carta de intenção, ou heads of agreement, define as condições gerais da operação. Esta carta não tem nenhum valor legal, mas serve para definir uma linha mestre com base na qual as partes se comprometem, ao menos moralmente, a dar encaminhamento fiel aos termos negociados e a não tratar com outros interessados (cláusula "no shop").
Enquanto a carta de intenção fixa uma guia para condução dos termos negociados, sem nenhum vínculo legal, o contrato de aquisição, ou acquisition agreement, constitui documento importante para a efetiva conclusão do negócio.
Este documento tem valor legal, pois contém todas as condições de venda, incluindo garantias fornecidas pelo vendedor sobre o estado da empresa. Cada concessão feita por meio deste documento possui efeito vinculador, por tanto é preciso a máxima atenção nessa redação.
A assinatura deste último documento conclui a primeira fase das negociações, que continuará com o processo de due diligence e closing.
Due diligence e closing:
O objetivo da due diligence é apurar a exatidão das informações contidas no selling memorandum, esclarecer algumas duvidas e ainda obter uma avaliação independente da empresa alvo, como laudo para pedir eventuais financiamentos necessários para finalizar a operação. A due diligence pode envolver diversos profissionais para cuidar das diversas áreas envolvidas (contábil, fiscal, técnica, legal, etc.).
A assinatura deste último documento conclui a primeira fase das negociações, que continuará com o processo de due diligence e closing.
Due diligence e closing:
O objetivo da due diligence é apurar a exatidão das informações contidas no selling memorandum, esclarecer algumas duvidas e ainda obter uma avaliação independente da empresa alvo, como laudo para pedir eventuais financiamentos necessários para finalizar a operação. A due diligence pode envolver diversos profissionais para cuidar das diversas áreas envolvidas (contábil, fiscal, técnica, legal, etc.).
Se não tiver nenhum problema na due diligence se passa ao closing. Todavia, pode ainda acontecer que por meio da due diligence levantam-se importantes diferenças a respeito do conteúdo do selling memorandum, havendo risco de impasse ou interrupção do negócio.
O closing é a etapa final e a mais difícil de todo o processo, onde as partes negociarão sobre o preço a ser pago pela empresa e sobre outras condições de venda. Esta fase pode ser bastante longa, já que as partes querem afirmar as próprias condições, tentando se apropriar da maioria do valor que pode ser gerado pela operação.
Ainda uma vez, o papel do assessor emerge como fundamental. Neste caso soluções sofisticadas podem fazer a diferença e determinar o acordo entre as partes. A título de exemplo podemos mencionar algumas condições práticas, usadas como elementos para balancear os interesses das partes:
- A cláusula earn out, que pode vincular parte do preço final aos resultados futuros da companhia alvo;
- Ou a atribuição de um papel gerencial aos vendedores na mesma empresa vendida.
Finalizando a operação, o consultor pode receber a sua comissão de sucesso, que varia dependendo do porte da operação (geralmente um range entre 1% e 4% do valor do deal).
Concluindo, é oportuno dizer uma vez mais, que as etapas aqui discriminadas são conceituais, sendo que, na realidade, cada operação de M&A é diferente e que algumas das fases descritas podem ser excluídas.
Por Salvatore Milanese - Mestre em finanças empresariais e negócios bancários pela "CUOA Foundation", Altavilla Vicentina - Vicenza - Itália, bacharel em finanças e negócios bancários pela Universidade de Messina, Itália.
- A cláusula earn out, que pode vincular parte do preço final aos resultados futuros da companhia alvo;
- Ou a atribuição de um papel gerencial aos vendedores na mesma empresa vendida.
Finalizando a operação, o consultor pode receber a sua comissão de sucesso, que varia dependendo do porte da operação (geralmente um range entre 1% e 4% do valor do deal).
Concluindo, é oportuno dizer uma vez mais, que as etapas aqui discriminadas são conceituais, sendo que, na realidade, cada operação de M&A é diferente e que algumas das fases descritas podem ser excluídas.
Por Salvatore Milanese - Mestre em finanças empresariais e negócios bancários pela "CUOA Foundation", Altavilla Vicentina - Vicenza - Itália, bacharel em finanças e negócios bancários pela Universidade de Messina, Itália.
domingo, 17 de dezembro de 2006
Nossas Adr's
Spinning Top
Em gráficos diarios de varios ativos...
Olho aberto, com stops ajustados pouco abaixo da mínima da semana que passou... e deixa o lucro fluir... sem preocupar-se em buscar acertar os TOPOS...
Olho aberto, com stops ajustados pouco abaixo da mínima da semana que passou... e deixa o lucro fluir... sem preocupar-se em buscar acertar os TOPOS...
Risco Brasil

Não custa relembrar... região de 200 bps... além do fator "psicológico" que envolve os números arredondados, o rompimento para baixo sinalizaria uma forte correria para os ativos brasileiros...
Na última semana, a Economia Americana sinalizou a retomada do crescimento, minimizando a preocupação dos investidores. Foram divulgados os índices de inflação e a taxa de crescimento Americano. Ambos demonstram que a principio estaria definitivamente estancado o processo de aumento gradual dos juros, passando-se então as apostas para quando dar-se-ia inicio e de quanto seria a queda.
Interessante a imediata reação nas taxas dos US 10 YY, que sofreu forte queda na abertura dos negócios, recuperando-se até o final do dia. Parecia que os players não estavam acreditando no que estavam vendo, pois, o investidor vislumbrando a queda na taxa de remuneração de seus principais investimentos, correu para assegurar remuneração próxima aos 4,60% ªª, e a oferta foi tão grande, que derrubou o premio ara próximo de 4,50%. Até aí, tudo tranqüilo...
Más nós, os tupiniquins emergentes como poderíamos ser afetados com esses movimentos ?
Creio que o fato de estabilização econômica americana, com aceno de queda nos prêmios dos mercados lá fora, poderia ter a retomada mais robusta da migração de capital para ativos de Emerging Markets, visto que o risco-benefício passa a ser bastante satisfatório. Terça Feira, com a confirmação do Índice de Preços ao Produtor Americano (PPI) abaixo da expectativa, poderíamos já ter uma noção dos reflexos no nosso Risco Brasil...
Lembram-se que dias atrás postei o gráfico do US 10 YY e o Risco Brasil?
As Elucubrações costumam ser embasadas em ativos intimamente correlacionados com nossos mercados, de forma que nesse espaço, a idéia é buscarmos discutir as variáveis da tão complexa equação que a tanto nos fascina e nos engrandece. E la nave va...
OIL - Atualizando
Sadia
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Indice Futuro
Profiting With Head and Shoulders Patterns
Um dos atuais "papas" da Análise Técnica Americana, me brindou hoje com mais uma de suas video-aulas, que incluo aqui para os colegas...
Tive a oportunidade de avaliar o curso dele no começo desse ano e realmente a tecnica utilizada tem bastante eficácia !
Enjoy... and make comments !!!
Abcs
http://tinyurl.com/ymg458
Tive a oportunidade de avaliar o curso dele no começo desse ano e realmente a tecnica utilizada tem bastante eficácia !
Enjoy... and make comments !!!
Abcs
http://tinyurl.com/ymg458
domingo, 10 de dezembro de 2006
Gerdau - GGBR4
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Debentures - BNDEs
Aproveitando a pergunta que o Mateus Braga me fez logo abaixo... Vou dar meu pitaco...
O que são especificamente essas debêntures?
Trata-se de uma dívida de longo prazo da BNDESpar. Os credores, pulverizados, serão pequenos e médios investidores. Eles receberão juros anuais e poderão revender os papéis se desejarem - resgatar antes do vencimento.
Há três componentes para calcularmos o rendimento: correção pela inflação medida pelo IPCA; pagamento de juros anuais fixos de 6% e o desconto a ser obtido na aquisição da debênture.
Se cada uma das debêntures for vendida com um desconto (por exemplo) de 10%, você poderá adquiri-la pelo valor nominal de R$ 1.000,00 pagando R$900,00 cada, o que representa a uma remuneração real, ou seja, acima do IPCA, de aproximadamente 8,5% ao ano.
Com isso, o BNDESpar anseia captar recursos e estimular o desenvolvimentodo mercado de dívida privada. Nos países mais desenvolvidos, é muito comum poupadores comprarem papéis de grandes empresas que costumam pagar bem mais do que o Tesouro Nacional. No Brasil, esse mercado ainda é muito pequeno e estamos dando os primeiros passos.Você nessa aquisição, poderá estipular o preço máximo que aceita pagar. Seu pedido de reserva só será aceito caso o preço final do leilão for igual ou menor ao preço determinado por você.
O vencimento final será em 15 de janeiro de 2012, porém você poderá negocia-la antecipadamente pelo preço do dia.
Mas respondendo sua pergunta se vale a pena...
Uma decisão muito pessoal, que creio, serve como alternativa de diversificação de "risco". Vejo como uma boa proposta para o LONGO PRAZO... poderia até encará-la como uma "Previdência" . Penso que um bom nível de "desconto" tem que ser no mínimo de 10%, caso contrário, o próprio Tesouro Direto hoje nos oferece melhor remuneração.
O imposto de Renda incidente é a tradicional escala cronológia para Renda Fixa e tem que se atentar para a taxa de administração que os grandes Bancos estão querendo morder...
Ambas as aplicações (Titulos do Governo e Debentures) são garantidas, porém os papeis governamentais ainda estão com um prêmio melhor e portanto um melhor lucro para o investidor.
Sempre lembrando que não vejo a Debenture como um ativo especulativo para o curto prazo.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Ibovespa Dolarizado x Risco Brasil
Netc

Bem...
Aos que me acompanham de outrora, não faz pouco tempo que discutimos sobre a performance do Ativo e os efeitos da reestruturação ocorrida...
Vamos atualizar o Gráfico Semanal com as expansões e retrações...
Detalhe... Após as varias transformações (splits e inplits) rsss...
o Gráfico Log Semanal contempla as projeções por Fibonacci...
Atenção nas resistências e suportes ...
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Bacen e os Dolares...
O Banco Central (BC) aprovou ontem uma circular que, na prática, permiteque os bancos comprem mais dólares nos mercados à vista e futuros de moeda estrangeira.
A exposição líquida dos bancos em câmbio sobe de 30% para 60% dopatrimônio de referência (PR). Com a decisão, os bancos na prática podemvoltar a situação existente até 2002, quando a exposição era de 60% doPR Na ocasião, o BC reduziu a exposição dos bancos em virtude do aumentoda volatilidade no mercado de câmbio, ocorrido na crise das eleiçõespresidenciais. Hoje, segundo o BC, a volatilidade do câmbio é bem menorque em 2002 e a economia se encontra mais protegia contra choquesexternos, o que justificaria voltar aos percentuais anteriores.
O BC declara que a medida não tem o objetivo de influenciar a tendênciada taxa de câmbio. Mas as mudanças tiram um pouco das amarras para osbancos manterem maiores posições compradas e vendidas em moedaestrangeira, facilitando a compatibilização entre oferta e demanda demoeda - o que teoricamente pode reduzir as oscilações de curto prazo nacotação do dólar. Pelos dados de outubro passado, os bancos mantinham umaposição comprada em moeda estrangeira de US$ 690 milhões apenas nomercado de câmbio à vista. Ao poder ampliar a posição comprada, os bancospodem ajudar o BC em sua tarefa de comprar dólares.
Neste ano, o BC já havia retirado outra amarra sobre as posições decâmbio dos bancos, ao eliminar o limite de US$ 6 milhões para a posiçãocomprada em câmbio das instituições financeiras. A medida, na época, nãofoi capaz de alterar a trajetória de apreciação do câmbio - por isso ébem provável que a ampliação do limite de exposição não tenha efeitosrelevantes de curto prazo sobre a taxa.
(Alex Ribeiro) - Fonte: Valor Econômico - 06/12/06
A exposição líquida dos bancos em câmbio sobe de 30% para 60% dopatrimônio de referência (PR). Com a decisão, os bancos na prática podemvoltar a situação existente até 2002, quando a exposição era de 60% doPR Na ocasião, o BC reduziu a exposição dos bancos em virtude do aumentoda volatilidade no mercado de câmbio, ocorrido na crise das eleiçõespresidenciais. Hoje, segundo o BC, a volatilidade do câmbio é bem menorque em 2002 e a economia se encontra mais protegia contra choquesexternos, o que justificaria voltar aos percentuais anteriores.
O BC declara que a medida não tem o objetivo de influenciar a tendênciada taxa de câmbio. Mas as mudanças tiram um pouco das amarras para osbancos manterem maiores posições compradas e vendidas em moedaestrangeira, facilitando a compatibilização entre oferta e demanda demoeda - o que teoricamente pode reduzir as oscilações de curto prazo nacotação do dólar. Pelos dados de outubro passado, os bancos mantinham umaposição comprada em moeda estrangeira de US$ 690 milhões apenas nomercado de câmbio à vista. Ao poder ampliar a posição comprada, os bancospodem ajudar o BC em sua tarefa de comprar dólares.
Neste ano, o BC já havia retirado outra amarra sobre as posições decâmbio dos bancos, ao eliminar o limite de US$ 6 milhões para a posiçãocomprada em câmbio das instituições financeiras. A medida, na época, nãofoi capaz de alterar a trajetória de apreciação do câmbio - por isso ébem provável que a ampliação do limite de exposição não tenha efeitosrelevantes de curto prazo sobre a taxa.
(Alex Ribeiro) - Fonte: Valor Econômico - 06/12/06
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Quando as coisas saem de acordo com o planejamento...
Ainda não é uma mensagem de Fim de Ano...Mas hoje, sem dúvida, o Mercado me proporcionou mais um objetivo atingido...
E é gratificante quando isso ocorre...
Não estou nem ponderando o aspecto financeiro, mas sim, o fato do trader acreditar em seus estudos... Estipular objetivos e administrar as perdas.
Hoje o Mercado chegou no MEU Objetivo (expansões internas) do meu estudo iniciado em 26/01 e apresentado a voces aqui logo nas primeiras mensagens desse blog:
http://elucubracoesgrafistas.blogspot.com/2006/11/ibovespa-diario_25.html
Private Equities
O aumento da participação dos Private Equities em fusões e aquisições no Brasil, refletem um movimento que já vem ocorrendo nos Estados Unidos e Europa há algum tempo. Com a queda dos juros americanos, muitos investidores institucionais, como fundos de pensão, venderam títulos do governo dos EUA e passaram a aplicar nos fundos de private equity, na esperança de retornos maiores.
Os fundos de Private Equity (que compram participações em empresas) nunca fizeram tantos investimentos no Brasil como este ano. Os recursos dos fundos foram decisivos para a conclusão de várias operações de fusões ou aquisições, aponta um estudo da Ernst & Young. Em 2004, eles participaram de 23 negócios ou 7% do total das operações do mercado. Em 2005, foram 49, equivalentes a 12% dos negócios. Este ano, até setembro, já são 69 transações ou 18% do total. Ao mesmo tempo, a participação do chamado investidor estratégico se reduziu, passando de 354 operações em 2005 para 323 este ano. Até setembro, foram realizados 392 negócios, frente a 403 em todo o ano de 2005, segundo os dados da Ernst & Young. Ou seja, até o final do ano, os números de 2006 devem superar de longe os do ano passado. "Os fundos de private equity ainda têm muitos recursos disponíveis para investir", afirmou.
No Brasil, 23 fundos já foram criados este ano, com patrimônio de R$ 6,2 bilhões. Os números são bem maiores quando comparados a 2005. No ano passado, foram nove fundos, com R$ 2,2 bilhões, segundo dado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além dos fundos já criados este ano, outras duas carteiras estão em processo de captação no mercado e devem reunir mais R$ 500 milhões.
Na avaliação de Patrice Etlin, diretor do Advent International, fundo responsável por um dos maiores negócios dos private equities no país este ano, a compra da Brasif (que opera "free shops" nos aeroportos), por US$ 500 milhões, três fatores explicam o aquecimento do mercado: disposição dos bancos em oferecer crédito para financiar as aquisições, grandes investidores dispostos a colocar recursos nos fundos e mercado de capitais aquecido para a venda de ações.
Dos cerca de 20 lançamentos de ações deste ano, mais da metade contou com a venda de papéis destes fundos (o desinvestimento). Foi justamente o crédito dos bancos que ajudou a conclusão da compra da Brasif, diz Etlin. Metade dos US$ 500 milhões veio do fundo e a outra metade foi financiada por bancos. O Advent tem patrimônio de US$ 375 milhões para investir no Brasil e México. Para 2007, as projeções dos especialistas são de um aquecimento ainda maior, principalmente em busca de oportunidades escondidas nas diversas regiões do Brasil, como redes de varejo do Nordeste ou do Sul ou ainda o setor de agronegócios do Centro-Oeste, do interior de São Paulo ou Minas Gerais.
Há também os esperados investimentos em infra-estrutura "Ainda existem muitos setores que estão passando por um movimento de consolidação", destaca Carlos Miranda, sócio-líder da área de assessoramento de fusões e aquisições da Ernst & Young no Brasil. Etlin, do Advent, avalia que o movimento de compra de empresas por fundos "está apenas começando". Para o executivo, muito do que foi captado este ano no mercado vai financiar um novo ciclo de investimentos em 2007.
O aumento da participação dos private equities em fusões e aquisições no Brasil reflete um movimento que já vem ocorrendo nos Estados Unidos e Europa há algum tempo. Com a queda dos juros americanos, muitos investidores institucionais, como fundos de pensão, venderam títulos do governo dos EUA e passaram a aplicar nos fundos de private equity, na esperança de retornos maiores.
Um movimento que ganhou força em 2006 foi a compra de companhias estrangeiras por brasileiras. "O Brasil é a economia mais robusta da América Latina e as empresas brasileiras querem ser competitivas no mercado global", avalia Kleinguetl. Ele participou de uma das maiores operações do mundo este ano, a compra da Inco pela Vale do Rio Doce, por US$ 13,3 bilhões.
Artigo completo: Valor Econômico - 05/12/06(Altamiro Silva Júnior)
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
E o que vem a ser o tal EMBI?
A tradução ao "pé da letra" de Emerging Markets Bond Index EMBI é Índice de Títulos da Dívida de Mercados Emergentes, criado pelo conglomerado JPMorgan em 1992 e serviu como base para o EMBI+ (EMBI Plus) e o EMBI Global. A partir de 31 de maio de 2002, o EMBI passou a representar 11 países: Argentina, Brasil, Bulgária, Equador, México, Nigéria, Panamá, Peru, Polônia, Rússia e Venezuela.
A avaliação de um risco-país envolve não apenas um julgamento da disposição de seu governo quanto a pagar seus compromissos, como outros fatores que possam também causar perdas. Concretamente, risco-soberano e risco-país estão freqüentemente correlacionados no caso de economias emergentes, já que o governo cumpre papel central nos dois casos. Mas vale ressalvar que o risco-país inclui, por exemplo, a probabilidade de situações de inconversibilidade cambial ou de estabelecimento de restrições a transferências ao exterior pelo governo.
O EMBI+ representa o retorno médio diário de títulos de dívida atrelados ao dolar Americano e inclui três tipos de títulos: bradies, empréstimos e eurobônus. Desde 31 de maio de 2002, o índice cobre os títulos emitidos por 21 países, dos quais os Latino-americanos representam cerca de 60% do indicador. A seleção dos países, tem como critério os ratings (notas, avaliações) de crédito: um país precisa ter nota BBB+ Baa1 ou inferior para ser incluído no índice.
No que tange aos títulos escolhidos, é necessário fazer parte de uma emissão mínima de US$ 500 milhões e ser negociado internacionalmente (como por exemplo, por meio da Euroclear).
Atualmente, os países da América Latina cobertos pelo índice são: Argentina, Brasil, Colômbia, México, Panamá, Peru, Equador e Venezuela e os não latinos são: Bulgária, Egito, Malásia, Marrocos, Catar, África do Sul, Coréia do Sul, Turquia, Ucrânia, Polônia, Rússia, Nigéria e Filipinas.
Os títulos da dívida que compõem o EMBI+ são selecionados com base em um rígido critério de liquidez. A partir de 31 de maio de 2002, o EMBI+ passou a ser composto por 93 títulos. Os retornos do EMBI+ estão disponíveis desde 31 de dezembro de 1993. O EMBI Global é calculado da mesma forma que o EMBI+, mas segue um critério de inclusão de países, diferente dos do EMBI+.
O EMBI Global inclui os países classificados como de renda média ou baixa pelo Banco Mundial. O critério para inclusão de títulos no EMBI Global não é tão rígido quanto no EMBI+, já que o EMBI Global leva em consideração preços registrados em transações ainda que os títulos a ela associados sejam de pouca liquidez.
A partir de 31 de maio de 2002, o EMBI Global passou a cobrir os seguintes países: Argélia, Argentina, Brasil, Bulgária, Chile, China, Colômbia, Côte D'Ivoire, Croácia, República Dominicana, Equador, Egito, El Salvador, Hungria, Líbano, Malásia, México, Marrocos, Nigéria, Paquistão, Panamá, Peru, Filipinas, Polônia, Rússia, África do Sul, Coréia do Sul, Tailândia, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Venezuela. O Embi Global, também é calculado desde 31 de dezembro de 1993.
A principal diferença entre EMBI+ e EMBI Global é o critério de inclusão dos países e dos títulos da dívida. O EMBI+ segue um critério de liquidez mais rígido que o EMBI Global.
O JPMorgan também é responsável pelo calculo do Emerging Markets Bond Index Global Constrained, Euro Emerging Markets Bond Index Global, Euro Emerging Markets Bond Index Global Constrained, Emerging Markets Local Markets Index Plus (ELMI+) e Latin Eurobond Index (LEBI).
Os EMBI são índices compostos de retornos auferidos a partir de uma carteira de títulos selecionados e provêm da média ponderada dos retornos de cada título selecionados vis-à-vis sua participação no mercado.
A metodologia de cálculo tem três passos:
a) Calcula-se o retorno diário total de cada título de dívida individualmente.
b) Para cada tipo de dívida (títulos Brady, eurobônus e empréstimos), calcula-se a média ponderada dos retornos diários de cada título, selecionados de acordo com sua participação no mercado
c) Calcula-se a média ponderada dos retornos diários do conjunto dos três tipos de títulos (Brady, eurobônus e empréstimos).
Todos os outros índices do JPMORGAN mencionados acima usam o mesmo método de cálculo (exceto o ELMI+). As variações são referentes apenas aos valores e tipos de títulos cobertos pelos índices.
O EMBI+ foi desenvolvido para criar um parâmetro no mercado que reflita com precisão e objetividade os retornos obtidos com a variação de preços e de rendimento com juros de uma carteira passiva títulos da dívida de mercados emergentes.
Para compor o EMBI+, um país precisa obter rating BBB+/Baa1 ou inferior, de acordo com nota exigida para dívida externa de mercados emergentes pelas agências de classificação de risco Standard & Poor's e Moody's; fazer parte de uma emissão mínima de US$ 500 milhões e ser negociado internacionalmente, como por exemplo, por meio da Euroclear.
Quando um país recebe um rating A-/A3 ou superior das agências, é eliminado do índice no último dia de negócios do mês corrente. Um título eliminado do índice não pode fazer parte de sua composição novamente nos 12 meses seguintes. Um título só pode ser acrescentado ao índice se estiver a um mínimo de dois anos e meio do vencimento na data em que estiver sendo qualificado para compor o índice.
A metodologia aplicada a todos os países que compõem o EMBI é a mesma do índice composto.
Desde 31 de maio de 2002, são considerados para base de calculo os seguintes títulos da República Federativa do Brasil: Global 04, 05, 06, 07, 08, 09, 12, 20, 24, 27, 30, 40, C-Bonds, DCB (Discount Bonds -Z), Flirb, NMB (New Money Bonds - 1994), Pars-Z e EIB (Elegible Interest Bonds).
Há pelo menos duas grandes dificuldades no uso dos preços de mercado de ativos como fiéis indicadores de risco-país. O primeiro é um inevitável viés introduzido pelo veículo da pesquisa de valoração, ou seja, o fato de que a oferta e a demanda dos ativos refletem vários fatores. Podem flutuar, por exemplo, em decorrência de mudanças na aversão aos riscos de seus detentores, sem que as resultantes alterações de preço de mercado espelhem melhoras ou pioras nos riscos percebidos. Este problema é mais agudo quando se trata de ativos mais líquidos e cuja transação obedece freqüentemente a vários objetivos.
O JPMorgan publica uma série de números referentes ao EMBI. Os números mais usados são:
1. spread soberano (por exemplo: diferencial de retorno em relação a um título de prazo equivalente emitido pelo Tesouro dos EUA)
2. retorno ajustado pelo prazo
Esses números também refletem o movimento de preços dos títulos incluídos no índice. O índice acaba levando em consideração também a probabilidade de os países não pagarem suas dívidas de acordo com a visão de investidores do próprio mercado.
O índice é calculado e divulgado diariamente. O encerramento oficial é divulgado no fim do dia, horário de Nova York. Durante o dia, estão disponíveis os valores em tempo real. Sua composição é reavaliada mensalmente e o rebalanceamento acontece no fim de cada mês.
A divulgação é feita pelas agências norte-americanas Bloomberg e Reuters e são consideradas a Fonte Primária de publicação do índice, sendo que os cálculos são feitos por um grupo de economistas responsáveis pelo EMBI em Nova York.
Os investidores usam o índice como um parâmetro de avaliação (benchmark) independente e também usam o índice para fazer recomendações de investimento. Por exemplo, pode-se recomendar a compra de títulos da dívida de determinado país, de acordo com o movimento registrado pelo índice, e a venda de títulos em outro país, ainda tendo como base o comportamento do índice, usando uma metodologia objetiva e transparente, baseada em preços diários de mercado.
O JPMorganChase&Co. (NYSE: JPM, www.jpmorganchase.com) é uma das principais empresas de serviços financeiros globais com mais de US$ 700 bilhões em ativos e operações em mais de 50 países. Relacionando-se com 99% das empresas listadas na Fortune 1000, o grupo é líder em Investment Banking, Asset Management, Private Equity, serviços de varejo, Private Banking, E-Finance, custódia e Cash Management. Com sede em Nova York, a JPMorganChase&Co. atende 30 milhões de clientes de varejo - sob a bandeira Chase - e as mais expressivas empresas, clientes institucionais e governos sob a bandeira JPMorgan.
A avaliação de um risco-país envolve não apenas um julgamento da disposição de seu governo quanto a pagar seus compromissos, como outros fatores que possam também causar perdas. Concretamente, risco-soberano e risco-país estão freqüentemente correlacionados no caso de economias emergentes, já que o governo cumpre papel central nos dois casos. Mas vale ressalvar que o risco-país inclui, por exemplo, a probabilidade de situações de inconversibilidade cambial ou de estabelecimento de restrições a transferências ao exterior pelo governo.
O EMBI+ representa o retorno médio diário de títulos de dívida atrelados ao dolar Americano e inclui três tipos de títulos: bradies, empréstimos e eurobônus. Desde 31 de maio de 2002, o índice cobre os títulos emitidos por 21 países, dos quais os Latino-americanos representam cerca de 60% do indicador. A seleção dos países, tem como critério os ratings (notas, avaliações) de crédito: um país precisa ter nota BBB+ Baa1 ou inferior para ser incluído no índice.
No que tange aos títulos escolhidos, é necessário fazer parte de uma emissão mínima de US$ 500 milhões e ser negociado internacionalmente (como por exemplo, por meio da Euroclear).
Atualmente, os países da América Latina cobertos pelo índice são: Argentina, Brasil, Colômbia, México, Panamá, Peru, Equador e Venezuela e os não latinos são: Bulgária, Egito, Malásia, Marrocos, Catar, África do Sul, Coréia do Sul, Turquia, Ucrânia, Polônia, Rússia, Nigéria e Filipinas.
Os títulos da dívida que compõem o EMBI+ são selecionados com base em um rígido critério de liquidez. A partir de 31 de maio de 2002, o EMBI+ passou a ser composto por 93 títulos. Os retornos do EMBI+ estão disponíveis desde 31 de dezembro de 1993. O EMBI Global é calculado da mesma forma que o EMBI+, mas segue um critério de inclusão de países, diferente dos do EMBI+.
O EMBI Global inclui os países classificados como de renda média ou baixa pelo Banco Mundial. O critério para inclusão de títulos no EMBI Global não é tão rígido quanto no EMBI+, já que o EMBI Global leva em consideração preços registrados em transações ainda que os títulos a ela associados sejam de pouca liquidez.
A partir de 31 de maio de 2002, o EMBI Global passou a cobrir os seguintes países: Argélia, Argentina, Brasil, Bulgária, Chile, China, Colômbia, Côte D'Ivoire, Croácia, República Dominicana, Equador, Egito, El Salvador, Hungria, Líbano, Malásia, México, Marrocos, Nigéria, Paquistão, Panamá, Peru, Filipinas, Polônia, Rússia, África do Sul, Coréia do Sul, Tailândia, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Venezuela. O Embi Global, também é calculado desde 31 de dezembro de 1993.
A principal diferença entre EMBI+ e EMBI Global é o critério de inclusão dos países e dos títulos da dívida. O EMBI+ segue um critério de liquidez mais rígido que o EMBI Global.
O JPMorgan também é responsável pelo calculo do Emerging Markets Bond Index Global Constrained, Euro Emerging Markets Bond Index Global, Euro Emerging Markets Bond Index Global Constrained, Emerging Markets Local Markets Index Plus (ELMI+) e Latin Eurobond Index (LEBI).
Os EMBI são índices compostos de retornos auferidos a partir de uma carteira de títulos selecionados e provêm da média ponderada dos retornos de cada título selecionados vis-à-vis sua participação no mercado.
A metodologia de cálculo tem três passos:
a) Calcula-se o retorno diário total de cada título de dívida individualmente.
b) Para cada tipo de dívida (títulos Brady, eurobônus e empréstimos), calcula-se a média ponderada dos retornos diários de cada título, selecionados de acordo com sua participação no mercado
c) Calcula-se a média ponderada dos retornos diários do conjunto dos três tipos de títulos (Brady, eurobônus e empréstimos).
Todos os outros índices do JPMORGAN mencionados acima usam o mesmo método de cálculo (exceto o ELMI+). As variações são referentes apenas aos valores e tipos de títulos cobertos pelos índices.
O EMBI+ foi desenvolvido para criar um parâmetro no mercado que reflita com precisão e objetividade os retornos obtidos com a variação de preços e de rendimento com juros de uma carteira passiva títulos da dívida de mercados emergentes.
Para compor o EMBI+, um país precisa obter rating BBB+/Baa1 ou inferior, de acordo com nota exigida para dívida externa de mercados emergentes pelas agências de classificação de risco Standard & Poor's e Moody's; fazer parte de uma emissão mínima de US$ 500 milhões e ser negociado internacionalmente, como por exemplo, por meio da Euroclear.
Quando um país recebe um rating A-/A3 ou superior das agências, é eliminado do índice no último dia de negócios do mês corrente. Um título eliminado do índice não pode fazer parte de sua composição novamente nos 12 meses seguintes. Um título só pode ser acrescentado ao índice se estiver a um mínimo de dois anos e meio do vencimento na data em que estiver sendo qualificado para compor o índice.
A metodologia aplicada a todos os países que compõem o EMBI é a mesma do índice composto.
Desde 31 de maio de 2002, são considerados para base de calculo os seguintes títulos da República Federativa do Brasil: Global 04, 05, 06, 07, 08, 09, 12, 20, 24, 27, 30, 40, C-Bonds, DCB (Discount Bonds -Z), Flirb, NMB (New Money Bonds - 1994), Pars-Z e EIB (Elegible Interest Bonds).
Há pelo menos duas grandes dificuldades no uso dos preços de mercado de ativos como fiéis indicadores de risco-país. O primeiro é um inevitável viés introduzido pelo veículo da pesquisa de valoração, ou seja, o fato de que a oferta e a demanda dos ativos refletem vários fatores. Podem flutuar, por exemplo, em decorrência de mudanças na aversão aos riscos de seus detentores, sem que as resultantes alterações de preço de mercado espelhem melhoras ou pioras nos riscos percebidos. Este problema é mais agudo quando se trata de ativos mais líquidos e cuja transação obedece freqüentemente a vários objetivos.
O JPMorgan publica uma série de números referentes ao EMBI. Os números mais usados são:
1. spread soberano (por exemplo: diferencial de retorno em relação a um título de prazo equivalente emitido pelo Tesouro dos EUA)
2. retorno ajustado pelo prazo
Esses números também refletem o movimento de preços dos títulos incluídos no índice. O índice acaba levando em consideração também a probabilidade de os países não pagarem suas dívidas de acordo com a visão de investidores do próprio mercado.
O índice é calculado e divulgado diariamente. O encerramento oficial é divulgado no fim do dia, horário de Nova York. Durante o dia, estão disponíveis os valores em tempo real. Sua composição é reavaliada mensalmente e o rebalanceamento acontece no fim de cada mês.
A divulgação é feita pelas agências norte-americanas Bloomberg e Reuters e são consideradas a Fonte Primária de publicação do índice, sendo que os cálculos são feitos por um grupo de economistas responsáveis pelo EMBI em Nova York.
Os investidores usam o índice como um parâmetro de avaliação (benchmark) independente e também usam o índice para fazer recomendações de investimento. Por exemplo, pode-se recomendar a compra de títulos da dívida de determinado país, de acordo com o movimento registrado pelo índice, e a venda de títulos em outro país, ainda tendo como base o comportamento do índice, usando uma metodologia objetiva e transparente, baseada em preços diários de mercado.
O JPMorganChase&Co. (NYSE: JPM, www.jpmorganchase.com) é uma das principais empresas de serviços financeiros globais com mais de US$ 700 bilhões em ativos e operações em mais de 50 países. Relacionando-se com 99% das empresas listadas na Fortune 1000, o grupo é líder em Investment Banking, Asset Management, Private Equity, serviços de varejo, Private Banking, E-Finance, custódia e Cash Management. Com sede em Nova York, a JPMorganChase&Co. atende 30 milhões de clientes de varejo - sob a bandeira Chase - e as mais expressivas empresas, clientes institucionais e governos sob a bandeira JPMorgan.
Sinceramente não salvei a "fonte", pois trata-se de um texto de 2004...
Espero que seja útil !!!
Abcs
Espero que seja útil !!!
Abcs
domingo, 3 de dezembro de 2006
Risco Brasil

Situação complexa, onde a formação gráfica (triangulo em AMARELO) coincide com o último padrão que reduziu os níveis para a barreira psicológia dos 200 bps.Ao mesmo tempo, temos uma região de suporte explicita, cuja precipitação das MME''s rápidas sugerem aceleração...
Próximos movimentos decisivos...Abcs
BR40 - Semanal - LOG
sábado, 2 de dezembro de 2006
CRB - Diario
Coisa de Bruxaria...
Resistencia no Diario com Candle Maroto...
Suporte ( ? ) nos 310 bps...
Resistencia nos 331 bps
http://fs2.q10.com.br/comunidade/bancotario/1165107703.gif
Resistencia no Diario com Candle Maroto...
Suporte ( ? ) nos 310 bps...
Resistencia nos 331 bps
http://fs2.q10.com.br/comunidade/bancotario/1165107703.gif
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